Cronica e arte

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Durante a Segunda Guerra, na Italia e na França grupos de civis formavam resistencia Na Itália, os partegianos, civis, que pegaram em armas e fizeram grupos de resistencia, ninavam a linha inimiga alemã, principalmente depois de 9 de setembro de 1943, quando a Italia muda de lado e luta ao lado dos EUA contra os alemães. Atacando as tropas nazistas em tatica de guerrilha os partegianos faziam um forte combate ao alemaes a ponto dos alemaes decretarem que a cada alemão morto por partegiano 14 italianos civis seriam fuzilados. Em 1945 a frente partegiana Garibaldi captura Mussolini que um mes depois da prisao é fuzilado e pendurado de ponta cabeça na praça Loreto em Milão veja video abaixo:
A GUERRA NO DESERTO Durante a Segunda Guerra Mundial, a Campanha Norte-Africana, também conhecida como a Guerra do Deserto, desenrolou-se no deserto norte-africano 10 de junho de 1940 até 16 de maio de 1943. Ela incluiu campanhas travadas nos desertos líbio e egípcio, no Marrocos e na Argélia (Operação Torch) e na Tunísia (Campanha Tunisiana). A campanha foi travada entre os Aliados e as potências do Eixo. O esforço de guerra dos aliados era protagonizado pela Commonwealth e por exilados da Europa sob ocupação alemã. Os Estados Unidos entraram na guerra em 1941 e começaram a dar assistência militar direta na África do Norte em 11 de maio de 1942. A luta na África do Norte começou com a declaração de guerra do Reino de Itália em 10 de junho de 1940. Em 14 de junho, o 11º Hussars Exército Britânico (composto por integrantes do 1º Royal Tank Regiment cruzou a fronteira líbia e capturou o Forte Capuzzo, italiano. Seguiu-se uma ofensiva italiana no Egito e, depois, uma contra- ofensiva britânica em dezembro de 1940 Operação Compasso. Durante a Operação Compasso, o 10ºExército italiano foi destruído e o Afrika Korps da Alemanha Nazista, comandados pelo marechal-de- campo Erwin Rommel, foram enviados para a África do Norte, durante a Operação Sonnenblume, para apoiar as forças italianas e prevenir uma completa derrota do Eixo.
MIlitares celebram 70 anos da participação do Brasil na 2ª Guerra Por Isabela Vieira Edição:Armando Cardoso Fonte:Agência Brasil   Evento celebra os 70 anos do envio das Forças Expedicionárias Brasileiras (FEB) à Itália e anuncia restauração do Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo (Tânia Rêgo/Agência Brasil) Os 70 anos do envio das Forças Expedicionárias Brasileiras (FEB) à Itália foram comemorados com desfile, salva de tiros e honras militares aos pracinhasTânia Rêgo/Agência Brasil A participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na 2ª Guerra Mundial completou 70 anos em 2015. Para comemorar a data, as Forças Armadas realizaram no dia 7 uma cerimônia militar no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, conhecido como Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, no centro do Rio de Janeiro. O evento contou com desfile cívico militar, salva de tiros de canhão e honras militares. Ex-combatentes da FEB, incluindo veteranos do Exército que integraram as forças militares aliadas contra o nazismo, os chamados pracinhas, desfilaram em carros abertos. Participaram da cerimônia o comandante da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, que representou o ministro da Defesa, Jacques Wagner, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias. Eles não não falaram à imprensa. O conflito entre países considerados potências mundiais e que deixou milhões de mortos, boa parte judeus, acabou há 70 anos.  Enfrentaram-se o Eixo (Alemanha, Japão e Itália) contra os aliados (Estados Unidos, França e Inglaterra). O Brasil formou ao lado dos aliados, mandando para Europa, a partir de 1944, cerca de 25 mil soldados. Um dos sobreviventes, o pracinha Dálvaro José de Oliveira, 95 anos, também participou da solenidade. Segundo ele, ainda hoje os pracinhas que combateram em Monte Castelo, na Itália, batalha fundamental para a vitória dos aliados, são heróis naquele país. “O italiano nos dá mais valor que o brasileiro. Dizem que somos os libertadores deles. Reconhecem o que nós fizemos [ao enfrentar o nazismo]”, declarou Dálvaro. No Brasil, ele se ressente do esquecimento. “Estou satisfeito por estar aqui, rever meus amigos, mas triste pela ingratidão do governo, que não se lembra dos veteranos da FEB”, acrescentou. “Desde que voltamos, recebemos apenas um pontapé no traseiro”, destacou. Dálvaro José cobra o pagamento de pensões mais altas para os que conseguiram voltar da guerra. De acordo com dados de associações de veteranos da Força Expedicionária Brasileira, dos cerca de 25 mil soldados que partiram 3 mil voltaram feridos e 443 morreram em confronto.
GUERRA NO MAR Durante a Segunda Guerra para evitar o abastecimento das tropas aliadas na Africa Alemaes e Italianos atuaram com  submarinos para afundar navios aliados que pudessem levar suprimento às tropas americanas. a Marinha Italiana desenvolveu o torpedo de baixa veocidade, que ia acoplado a um mini submarino e por baixo d’agua minavam o navio. Com esta tecnologia a Marinha italiana afundou varios navios no Atlantico, incluindo um navio brasileiro na Bahia, um outro navio brasileiro foi afundado por alemaes. Erroneamente estes afundamentos sao atribuidos aos EUA que assim teriam agido para jogar o Brasil na Guerra
Depois do bombardeio em Roma em 13 de agosto de 43, Pio XII (foto acima), saiu do Vaticano pessoalmente em socorro da população atingida e, só a noite, quando reentrou no Vaticano, percebeu que sua batina estava manchada de Sangue....
bombardeios nos quarteirões de S Lorenzo e S Giovani a Roma