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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João, 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A falsa santidade e seus efeitos. Não estava nos planos de Deus criar o inferno, até quando o mais orgulhoso dos anjos, Lúcifer, por um pecado de soberba, se rebelou contra Deus. Daí então, Deus criou o inferno. (E não podemos esquecer que os comunistas são como os anjos: não voltam atrás). Podemos considerar que a revolta do ex-monge Lutero também foi de uma teimosia exemplar. Obstinado pela destruição da Igreja Católica, esse nunca voltou atrás e nem mudou de ideia. Geralmente os filmes tendem a esconder muita informação essencial que possa desqualificar e comprometer o personagem histórico. Professores de tempos atrás, costumavam a conversar com seus alunos sobre temas diversos depois de terminada a aula. Os que mantinham gosto em comum por filmes, apontavam alguns erros aceitos como completamente verdadeiros e fidedignos, para seus alunos. Tristemente, telespectador fast food, hoje, aceita tudo, e sem mastigar. Mas há uma cena no filme Lutero, onde um de seus seguidores e reformador diz a seguinte frase (que parece ressoar como eterna em nosso tempo). Olhem isso: “A guerra santa começou. Qualquer pessoa que se julgar dono de outras... seja príncipe, papa, padre ou professor, deve se arrepender... Deve se arrepender senão será morto! Vocês me chamam de Professor Karlstadt. Não mais. De hoje em diante, serei o irmão Andreas! E todos vocês, do mesmo modo preparem-se para o grande NIVELAMENTO. ” Vemos que a cena é mostrada de forma exuberante, no meio de agitação e revolta, então, certamente é de se crer que tenha dito. Estou dando o exemplo dessa cena, porque ela moldou nosso século. Tudo se relativizou de maneira banal para esse “grande nivelamento”; e tendemos a viver imersos em relativismo idiotizante onde o nível de quase tudo caiu. Não há como negar. Os bons inconformados (coisa rara) sabem enxergar esse óbvio ululante.  Considero esse um pano de fundo essencial que sustenta bastante dos ódios proclamados pelos que defendem ardilosamente grande safra de modernos artistas ruins (vide, o performer do MAM), ideologia de gênero, e não só o indiferentismo de igualdade de crença liberal. Quem quiser saber mais desse demônio herético chamado Lutero, não assista o filme. Leiam o livro de Frantz Funck-Brentano, da editora Flos Carmeli Edições.
Pedro Bueno Nascido em Barretos, Pedro Bueno é um romancista ainda sem cria, e afinado cronista da vida em São Paulo, onde segundo ele, sobrevive. Escreve para revista virtual Contos & Letras, tendo uma coluna intitulada de ‘O golpe da língua’, onde fala de literatura. Apegado a memória e ao cinema, transcreve tudo para seu computador, seu mais íntimo confidente das palavras. Já se aventurou pelo teatro, e segundo ele, o que o estraga e o fez sair, foi um culto a coletivização das funções de cada, onde o trabalho de autor é deixado de lado
FATOS & IDEIAS COM pedro bueno