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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João, 869,  14882-010, Bairro Aparecida Jaboticabal SP
POLICIA MINEIRA INDICIA ONZE PESSOAS POR CONTAMINAÇÃO NA CERVEJARIA BACKER Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto EBC Jaboticabal, 9 de junho de 2020 A Polícia Civil de Minas Gerais iniciou 11 funcionários da empresa Backer, por causa da contaminação das cervejas produzidas pela referida empresa mineira, e por causa da intoxicação de consumidores. O inquérito foi iniciado há 5 meses, quando vários consumidores foram intoxicados e outros morreram ao consumirem os produtos feitos pela Backer. Segundo a investigação, ocorreu o vazamento em equipamentos e foram usados substâncias tóxicas que não poderiam ser empregadas e que causaram a contaminação de diversos lotes diferentes e tipos de cervejas produzidas pela empresa. Seis responsáveis técnicos que tinham que zelar pela segurança e qualidade do produto final foram indiciados por homicídio culposo, lesão corporal em virtude de suas responsabilidades e contaminação de produto alimentício na forma dolosa, quando o iniciado assume o risco de matar. O chefe da manutenção foi iniciado nos mesmos tipos penais artigos penais, por que descuidou do controle de entrada de substâncias tóxicas, mas foi indiciado na modalidade culposa. Foram iniciados ainda outros três administradores que de acordo com a polícia civil, além de não atentarem para contaminação do gênero alimentício, demoraram agir para que toda a cerveja contaminada fosse rapidamente tirada do mercado. Uma testemunha que foi convocada a prestar depoimento no inquérito foi indiciado por mentir e responderá pela acusação de extorsão e falso testemunho.  Os nomes dos iniciados não foram divulgados pela polícia.  A polícia usando um produto especial identificou falhas na soldagem de, no mínimo um tanque da Cervejaria. De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Flávio Grossi a substância tóxica que a empresa usava indevidamente como anticongelante, uma mistura de monoetilenoglicol com dietilenoglicol, atingiu na época parte da cerveja ainda em processo de fermentação. De acordo com o delegado o documento já foi encaminhado à justiça mineira e cabe agora ao Ministério Público daquele estado, que deverá fazer análise e se manifestar sobre o prosseguimento da ação penal. O site Crônica e Arte tentou contato com a empresa Backer enviando um e-mail para aquela empresa para ouvir seu posicionamento e até às 17:25 horas, não havia obtido resposta. As cervejas contaminadas na época foram a Belorizontina: L2 1354, L2 1348, L2 1197, L2 1604, L2 1455, L2 1464, L2 1593, L2 1557, L2 1604, L2 1474, L2 1546, L2 1487, a Capixaba: L2 1348, a Capitão Senra: L2 1609, L2 1571, Pele Vermelha: L1 1448, L1 1345, Fargo 46: L1 4000, Backer Pilsen: L1 1549, L1 1565, Brown: 1316 e a Backer D2: L1 2007