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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João, 869,  14882-010, Bairro Aparecida Jaboticabal SP
PROPRIETÁRIO DA EMPRESA DE REFRIGERANTES DOLLY É PRESO EM SÃO PAULO Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Crônica e Arte Jaboticabal, 10 de maio de 2018 O proprietário da empresa de refrigerantes Dolly foi preso na manhã desta quinta-feira dia 10 pela polícia militar de São Paulo. Laerte Codonho estava em sua casa, na Granja Viana, em Cotia, quem fica na grande São Paulo. As investigações indicam preliminarmente que houve uma fraude fiscal e lavagem de dinheiro. O montante desviado é estimado em quatro bilhões de reais. Codonho com prisão temporária decretada foi levado para 77a delegacia de polícia, onde está desde meio-dia segurava um papel escrito: preso pela Coca-Cola. Segundo o empresário ele teria sido preso devido uma perseguição da Coca-Cola e que a empresa investigada no processo não pertence a ele. Assim afirmou quando chegou na delegacia. Além do dono da empresa Dolly o ex-contador na mesma empresa, Rogério Raucci e o gerente financeiro da empresa César Rquena Mazzi também foram encarcerados  Segundo as informações, o inquérito indica que o ato comandado por Codonho incluía demitir funcionário e recontratá-los em uma outra companhia, para fraudar o INSS Instituto Nacional do Seguro Social. Existem notícias de ações cautelares no âmbito fiscal a recuperação de ativos de bens do grupo econômico mencionado responsável por débitos fiscais milionários já constituídos, de acordo com o Ministério Público de São Paulo que afirma isto em nota sobre o caso. Além das prisões foram apreendidos em São Bernardo do Campo dois helicópteros em Cotia, 4 carros de luxo, além de dinheiro em espécie e notas de Euro, dólar americano, libra esterlina e real na mansão de codorna sendo que o valor não foi revelado. A operação realizada pelo GEDEC grupo especial do Ministério Público Paulista para combate à formação de cartel e lavagem de dinheiro, Procuradoria Geral do Estado e Polícia Militar  A advogada que defende Codonho, Maria Elizabeth Queijo afirmou ao G1 que não iria se manifestar imediatamente pois não tinha tido acesso aos autos e as defesas dos outros acusados também não se manifestaram Fonte de dados G1