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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Caixa Postal 43,  14870-970 Jaboticabal SP
O Dedo do Planalto no Terreiro do Pai João (*) Autores :  Laudo Ferreira Jr. Luis Claudio de Paula Rodrigues Luiz Henrique Mascioli No auge da crise econômica Que assola o meu país Fizeram que o pobre do meu povo Ficasse mais infeliz : Esgotados todos os recursos E sem de onde tirar mais Estatizaram a Macumba, Criaram a SARAVÁ-BRAS “Qui si passa mi zi Fio ?” “O que que eu faço Mi Zi Pai ? “  Outro igual ao INPS (INSS)  Eu não agüento mais !!!!! Aboliram a vela preta Só se usa a verde-amarela Agora em todos os terreiros Tem um urubu de sentinela No coração do meu povo, Bate uma saudade rasgada, Do tempo que a pinga era  livre E a Macumba era liberada.... “ Qui si passa mi zi Fio ?” .....   (*) Esta letra de um samba dos mesmos compositores (todos de Jaboticabal) foi composta há mais de 25 anos atrás, ne nos faz perguntar: mudamos alguma coisa? Não mudaremos nunca? Seremos a eterna pátria sem seriedade definida por Charles de Gaulle
Rua Aurora (Mário de Andrade) No largo do Paissandu Sonhei, foi luta renhida, Fiquei pobre e me vi nu. Nesta rua Lopes Chaves Envelheço, e envergonhado Nem sei quem foi Lopes Chaves. Mamãe! me dá essa lua, Ser esquecido e ignorado Como esses nomes da rua. (breve neste site um especial sobre Mario de Andrade)
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Quadrilha João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para o Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. (Carlos Drummond de Andrade)