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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João, 869,  14882-010, Bairro Aparecida Jaboticabal SP
EXPOSIÇÃO SOBRE A POETISA CORA CORALINA É REALIZADA EM JABOTICABAL. Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto internet Jaboticabal, 14 de outubro de 2019 A exposição “Vivendo Cora Coralina” será aberta hoje dia 14 de outubro às 19 horas, na esplanada do Lago sede da Prefeitura Municipal de Jaboticabal. Em Jaboticabal à exposição foi organizada pela Associação Jaboticabalense de Cultura. A entrada é gratuita. Na abertura, hoje, haverá um coquetel. A exposição foi organizada antes na cidade de Barretos, pela Associação Barretense de Cultura. Esta homenagem a poetisa, que morou também Jaboticabal, reúne 25 artistas plásticos de Barretos com 28 obras, cujo tema é a escritora. A exposição foi montada em várias locais de Barretos e agora fica em Jaboticabal até o próximo dia 18. O horário da exposição é sempre das 8 horas às 16:30.  Segundo o presidente da associação jaboticabalense de Cultura Tiago Petruccelli, além dessa exposição sobre a Cora Coralina a AJC já realizou, só nesse semestre, uma exposição de xilogravura e uma exposição de fotografias. Tiago disse e associação está preparando o lançamento de uma revista, mas que este projeto ainda está em estudos. Quem quiser fazer parte da Associação Jaboticabalense de Cultura pode procurar sua sede ou mesmo na exposição falando com Thiago ou com Luiz Carlos Donadio. A exposição conta com apoio da Prefeitura do Município e da Unesp Campus Jaboticabal. Coralina Cora Coralina é o pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que nasceu em Goiás a 20 de agosto de 1889 e faleceu em Goiânia em 10 de Abril 1985. Cora Coralina, poetisa é contista, publicou seu primeiro livro em junho de 1965 “Poemas Dos Becos De Goiás É Estórias Mais”. Nesta época ela já tinha 76 anos de idade apesar de escrever desde a adolescência.  Cora Coralina também foi doceira de profissão e em 1911 veio para São Paulo vivendo inicialmente em Jaboticabal, por um período de 45 anos, onde teve seis filhos. Depois em 1924 mudou-se para São Paulo. Ela era casada com o advogado Cândido Tolentino de Figueiredo Bretas, que exerceu o cargo de chefe de polícia.