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Cronica e arte

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19 DE JANEIRO DE 2016: 34 ANOS DA MORTE DE ELIAS REGINA por  Mentore Conti (Jornalista do Site Cronica e Arte) // EBC O Brasil perdia ha 34 Elis Regina uma interprete que fascinava e de voz marcante. O modo como cantava muitas vezes se tornava a interpretação definitiva de determinadas musicas. Nascida no Rio Grande do Sul, em porto alegre em 17 de março de 1945. Elis surgiu dos festivais de música na década de 1960 e mostrava interesse em desenvolver seu talento através de apresentações dramáticas. Seu estilo era altamente influenciado pelos cantores do rádio, especialmente Ângela Maria,[7] e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965, quando cantou "Arrastão" de Vinicius de Moraes e Edu Lobo. Tal feito lhe conferiu o título de primeira estrela da canção popular brasileira na era da TV. Sua Carreira tem início com o Álbum “Viva a Brotolândia", contendo 12 faixas lançado em 1961 pela Continental gravadora que a contratara desde 1959. Este trabalho de Elis era uma estratégia da Continental para criar uma cantora concorrente  da Cellyi Campello, na época gravando pela Odeon  Nesta terça-feira (19) lembramos, com coração apertado, dos 34 anos do dia em que o rádio e a TV deixavam os brasileiros perplexos anunciando a morte de Elis Regina, em 1982.  No auge de sua maturidade profissional, aos 37 anos, Elis morreu em consequência de uma mistura de cocaína e álcool.  Em 2016, algumas homenagens estão programadas para homenagear a mulher miúda, de pouco mais de um metro e meio, olhos vesgos, temperamento forte e que o Brasil se acostumou de chamar de pimentinha.  Em maio, o filme Elis chega aos cinemas com a atriz Andreia Horta no papel principal e a participação de Nelson Motta no roteiro. Promete emocionar.  Outra novidade é a biografia Elis – nada será como antes, do jornalista Júlio Maria.
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