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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
João Paulo Lopes Felix - jornalista MTb 76.126/SP
fotos: facebook do autor e EBC e dominio públivo /divulgação
NUVEM DE GAFANHOTOS Como as coisas mudam. Recentemente uma nuvem de gafanhotos foi mais uma praga que nos assolou, mas quem viveu aqueles dias da “ditadura militar”, “os anos de chumbo”, gafanhoto era o aprendiz de artes marciais do seriado Kung-Fu, interpretado por David Carradine e, longe de ser uma praga, era um dos paladinos da justiça. Falando em justiça, me lembro ainda que o menino aprendiz era careca, de túnica e ouvia passivamente e atentamente todas orientações do seu mestre. Hoje em dia, não temos mais aquela “ditadura militar” e nem mesmo o seriado Kung-Fu para ser porta voz da justiça dos fracos e oprimidos, mas temos um “democrata” careca, que com sua toga lancinante “protege” a todos nós dos horrores das ditaduras, como aquela que os militares nos impuseram. Naqueles negros dias de chumbo, depois de assistir Kung-Fu na televisão, podíamos sair de casa, tomar umas e outras no boteco e voltar caminhando pelas ruas despreocupadamente, pois a bandidagem não se atrevia a fustigar as pessoas, mesmo nos bairros mais ermos. Mas os tempos foram mudando gradualmente e os “democratas”, que tanto lutavam pelo fim da “ditadura”, foram ganhando espaços e conseguiram chegar ao poder. Mas não houve nenhum levante e quem promoveu a volta dos civis ao poder foram os próprios militares. Sim, eles mesmos, os “terríveis” ditadores promoveram “abertura democrática”, devolvendo o comando do país aos civis (o Brasil é mesmo surrealista). Por fim, acabou a série Kung-Fu, acabou a “ditadura” e os “democratas” que tanto lutaram pela “liberdade” estão por ai, cumprindo seu papel “democrático” como Zé Dirceu, Lula, Dilma, Haddad, Dória, Witzel, Marcelo Freixo, entre outros. São exatamente estes “democratas”, “progressistas”, que estão trabalhando duro para melhorar nosso país, qualquer um vê isso. Então o que é uma nuvem de gafanhotos junto com uma pandemia de coronavírus perante essa liberdade “democrática” trazida por esses grandes brasileiros?  Como é bom ficar em casa sem trabalhar, confinados e assistindo a dispensar ficar limpa a cada dia sem ter como repor; deixar esses nobres gestores à vontade para fazer as compras tão necessárias de respiradores e outros produtos médicos sem licitação como os maravilhosos hospitais de campanha, tão necessários; de quebra, assistir nosso país, que sempre foi o país do futuro, cair na miséria e finalmente socializar 210 milhões de pessoas sob o julgo jurídico do gafanhoto. Será que isso é “Imorais”,  Alexandre? 
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