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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
JECA TATÚ AGORA É ASSASSINO Demorou mas aconteceu, o Jeca Tatu descrito por Monteiro Lobato, pela primeira vez em seus contos, Urupês e velha Praga, no ano de 1914, agora se tornou um assassino.  No último sábado dia 19 um grupo de pessoas passava pelo Distrito Empresarial Luiz Roberto Javali, entre as ruas Silvio de Magalhães Padilha e Elpidio de Almeida Campos, zona Norte de Ribeirão Preto, quando avistou uma ossada no resto de um Mocambo queimado.  Segundo os vizinhos disseram à polícia, ali morava um idoso que acabou sendo carbonizado, quando o fogo que uma pessoa tinha colocado na mata próxima, consumiu o barraco com ele dentro e ele não pode sair, como Lemos no portal da Rádio e TV Thathi Ribeirão Preto. O Jeca Tatu é um personagem baseado em parte da população brasileira que adquiriu do índio a mentalidade de pôr fogo na mata para fazer a agricultura.  Esse costume pré- histórico, por mais que o Brasil tenha se desenvolvido, persiste e o jeca- tatu continua incendiando a torta e a direita tudo quanto é mata que encontra pela frente.  Mesmo tendo a invenção do trator e de várias ferramentas, o Jeca Tatu não vai atrás de nada, ele simplesmente queima a mata para depois plantar. O ato de queimar a mata praticado pelo Caboclo e pelo índio, o Jeca Tatu, não é uma invenção do Jair Bolsonaro para o discurso de hoje na ONU. Os incêndios na Amazônia e centro-oeste, tem sempre a mão do jeca-tatu.  Monteiro Lobato na realidade escreveu   estes contos para o jornal O Estado de São Paulo, porque ele estava cansado de ter uma fazenda em Taubaté SP, incendiada por caboclos que usavam essa prática. Por mais que se falasse em relação ao erro desta prática, o Jeca Tatu foi se esgueirando de apoio em apoio, como coitadinho, se escondendo atrás de protetores de boa vontade e continuou queimando. Nesta última semana o Jeca Tatu matou um homem, de agricultor adepto a prática indígena da coivara, agora ele se tornou um assassino e aqui vem a minha pergunta: Até quando nós vamos tolerar a prática de péssimos brasileiros que vão em vários locais a queimar a mata a troco de nada ou a troco de fazer uma pequena roça, que não dá para nem para a sua subsistência.  Mesmo porque a grande agricultura não usa da queimada.  Até quando nós vamos tolerar e defender essa prática que estava demorando para matar alguém?  Eu espero agora esse jeca-tatu depois de colocar fogo na mata e ficar de cócoras, como é descrito por Monteiro Lobato no seu conto, não fique impune.  E que não se aplique a ele a tolerância piedosa, porque ele se faz de coitado. O Jeca Tatu não é um coitado é um criminoso que ataca o meio ambiente e agora em Ribeirão Preto, assassinou uma pessoa.  Ouviram bem o Jeca Tatu agora assassinou uma pessoa e até quando nós vamos tolerar isso!
fotos: facebook do autor e EBC  dominio público e divulgação
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