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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
 A OPOSIÇÃO INCONSEQUENTE Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Crônica e Arte Jaboticabal, 20 de novembro de 2019 Prezados leitores,  No dia de ontem 19, o blog do Esmael, informou que o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercpet Brasil, disse que há uma bomba que vai fazer tremer a república. Ele se referia ou se refere, segundo o blog, a um escândalo que envolveria Jair Bolsonaro O mesmo Blog disse também que o advogado Eduardo Goldenberg, de linha de esquerda, disse que esse escândalo atingiria os filhos de Bolsonaro.  Prints do blog guardados nos arquivos deste site. Oras não cabe aqui fazer uma defesa em relação a Bolsonaro ou em relação aos filhos do Bolsonaro, se algo há de errado com eles que haja o processo dentro do trâmite legal, mas que não se faça disso um motivo político para balançar a república.  O Brasil está numa crise sem par e se questões judiciais forem usadas para desestabilizar o governo, quem faz isso, no mínimo está esquecendo de um pequeno detalhe. Saindo Bolsonaro, legalmente entra o general Hamilton Mourão, General do Exército Brasileiro, que tem ligação forte com general Heleno. O general Heleno, na época capitão, fazia parte do grupo do General Silvio Frota no período da ditadura militar.   Este grupo era contrário à abertura e tentou impedir Geisel de continuar com o processo que chegasse até às eleições. Muitos poderão alegar que o general Hamilton Mourão não segue mais a linha do governo que esteve no país de 1964/1985, mas aqui eu lembro a vocês, que em caso de convulsão social e não havendo outro remédio, a constituição é clara. Decreta-se estado de sítio suspende-se os direitos e garantias individuais, cria-se uma ação militar necessária, até mesmo com tropas na rua e bombardeio se for necessário, tudo para recompor a paz social.  Não podemos nos esquecer que enquanto fica essa firula política, existe uma violência que se espalha no país a cada dia e que e com o governo em crise pode ser necessário o estado de sítio para recompor a nação se houver movimentações de sem-terras ou outros grupos. Não se esqueçam que mesmo que haja necessidade de bombardeios, tropas na rua e fuzilamentos e neste caso é um erro pensar que a ONU vai impedir isso. A ONU não impediu o bombardeio de Aleppo na Síria, pelo governo daquele país quando houve tumulto que se degenerou em guerrilha.  A ONU também não impediu a morte de Omar kadafi. Nós não podemos ser ingênuos, como foi João Goulart em 1964, que ficou brincando de fazer discursos provocativos ao Exército e à sociedade, ações estas, de Joao Goulart junto com o PCB e Brizola, que terminaram em 31 de março de 1964. A história demonstra como um jogo de provocações políticas, com aparência democrática pode levar, a períodos de repressão, para se recompor uma nação.  Que se faça oposição a Bolsonaro sim, mas dentro de uma normalidade e não se esquecendo, dos riscos que o país corre. Mesmo que o general Hamilton Mourão não queira, em um caso de crise, tomar as rédeas do país, haverá sempre alguém disposto a faze-lo. É o que nos ensina Napoleão Bonaparte, comentando “O Príncipe” de Nicolau Machiavelli e em outros escritos também. Portanto Como dizia João Guimarães Rosa, “para paz das Mães” vamos agir como adultos e não como crianças, brincando de política, como se uma brincadeira destas não fosse ter consequências, ou não pudesse ter consequências.
João Goulart Ultimo discurso (13 de março de 1964)
Ligas Camponesas de Benedito Julião (1962 a 1964)
sem terras hoje
Brasília Sitiada 1964
Central do Brasil RJ 1964
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