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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A CAMPANHA CONTRA A DENGUE ZIKA E FEBRE CHIKUNGUNYA E O SUJISMUNDO Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto domínio publico Jaboticabal, 13 de janeiro de 2020 O município de Jaboticabal realizou nesta última sexta- feira, dia 10, uma reunião para definir novas estratégias a serem usadas no combate as chamadas arboviroses, ou seja, o combate as doenças como a dengue, a Zika, a e a febre amarela.  A arbovirose tem como vetor o arbovirus, que engloba os insetos a exemplo do aedes aegypti e aracnídeos como aranhas e carrapatos). Vai ano e vem ano e a cidade, assim como a região, a cada mês de janeiro, pouco mais ou menos, começa o combate, principalmente do aedes aegypti que transmite a dengue, febre amarela e outras doenças. Se fosse possível aconselhar, eu aconselharia que junto com as estratégias que geralmente são adotadas, fosse restaurada uma campanha similar a utilizada pelo governo civil militar dos anos 70, que criticava parte dos brasileiros que não gostam em nada de limpeza.  Na época do Governo Emílio Garrastazu Médici, houve uma campanha onde foi criado o sujismundo, uma pessoa sem asseio algum que jogava lixo em qualquer canto.  De fato nós temos parte da nossa população que é o que poderíamos dizer de “falsa limpa”. Muitas pessoas adoram lavar calçadas, lavar as paredes da casa, lavar as portas da casa, só faltando lavar mesmo quem passa pela calçada. Mas ao mesmo tempo em que age assim, essa parte da população é useira e vezeira em jogar lixo na rua ou em qualquer canto.  Onde existe um terreno baldio, lá sai o sujismundo com um saquinho de lixo de sua casa para colocar no terreno, como se o saquinho de lixo de sua casa fosse um enfeite. Muitos que frequentam alguma festa pública, ou vão fazer compras, ou ainda vão em qualquer ato público, jogam lixo na rua. Que lixeira que nada!!! Acabou a pipoca que estava comendo, amassa o saquinho e o dispensa sem o menor constrangimento!! Tomou um suco, lá vai o recipiente na calçada sem que o sujismundo sinta um pingo de vergonha. Quando a rua fica vazia, a praça fica vazia, se verifica que foram jogadas montanhas e montanhas de papel, copos e tudo mais que se refira a lixo produzido durante o evento ou o passeio do sujismundo.  Infelizmente uma coisa não se fala muito claramente (talvez com medo da impopularidade), ou seja que a dengue a chikungunya a febre amarela e a Zika vírus, que têm como vetor o aedes aegypti, são doenças se propagam muito, graças ao dia a dia do sujismundo. Algum sujismundo varre a calçada e ao invés de recolher a sujeira e coloca-la para o lixeiro levar, varre a sujeira no primeiro bueiro que encontra, ou amontoa no primeiro poste que encontra.  Assim, vai ano e vem ano e nós que estamos em uma área tropical estamos sempre às voltas com o problema das doenças como a dengue e seus transmissores. Reuniões, equipes de combate ao aedes aegypti são importantes sim, mas algo tem que ser feito também para que essa parte da população pare de sujar a rua, pare de esconder a sujeira da sua casa dentro dos bueiros, em terrenos baldios ou nas periferias da cidade.  Nós devemos lembrar que nós pagamos a taxa do lixo exatamente para que o município passe com caminhão recolhendo lixo. Com este serviço não seria necessário que o sujismundo carregasse o seu saquinho de lixo para os arrabaldes da cidade ou primeiro terreno vazio que encontre. Mas isto quase não se fala com medo da impopularidade, como digo novamente aqui.  Uma outra sugestão também é voltar o nome antigo da dengue grave, algum tempo atrás entrei em contato com a Secretaria Estadual da Saúde questionando porque não se usava mais o nome “dengue hemorrágica”. Sem uma explicação plausível do porquê amenizar o nome da doença a culpa foi atribuída a Organização Mundial de Saúde.  Seja como for falar em dengue grave ameniza o problema e faz com que o sujismundo fique cada vez mais robusto em sua ânsia de sujar a rua.  Aqui na cidade uma outra Providência poderia ser tomada. Nós temos um cemitério do final do século 19, no São Bom Jesus onde foram enterrados vítimas da febre amarela. Havia outros cemitérios, mas foram destruídos para novas construções. Um deles era no Jardim São Marcos onde o primeiro hospital de isolamento foi feito.  Uma das possibilidades seria divulgar no centro da cidade fotos do cemitério São Bom Jesus para quê, quem sabe dessa forma, o sujismundo vendo de pode ser uma vítima fatal, ou levar um parente seu à morte pelo seu péssimo ato de sujar a rua e aumentar o perigo de dengue chikungunya e outras doenças, se conscientizasse um pouco. Quem sabe assim este sujismundo produza menos sujeira nas ruas, na periferia da cidade ou qualquer terreno vazio que encontre.
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