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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A NECESSIDADE DE LIBERAR O PORTE DE ARMAS Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Crônica e Arte Jaboticabal, 8 de maio de 2019 Prezados leitores O presidente Jair Bolsonaro criou a regulamentação ontem, de alguns tipos de porte de arma e mais uma vez, alguns grupos saem aos gritos dizendo do perigo das Armas na mão da população. Por mais que digam não é o armamento da população, dentro da lei, que aumenta os casos de violência e de homicídio. Um dos fatores que aumenta a violência é a desorganização social em que vivemos e a desestrutura da família, promovida pelos grupos de esquerda Gramscinianos que temos no Brasil. Gramsci e a escola de Frankfurt criaram métodos para destruir a sociedade como ela está estruturada hoje, para em cima de uma sociedade destruída, implantar o socialismo, como se vê nos livros dos intelectuais desta linha de pensamento. Quanto ao desarmamento em si, um dos primeiros políticos que doutrinou pelo desarmamento da população, foi Wladimir Ilitch Lenin, no livro “O Estado e a Revolução”, escrito em 1917 e publicado em 1918. Depois de fazer algumas ponderações sobre o estágio civilizatório da sociedade, Lenin diz que é impossível o armamento "espontâneo" da população fora da organização policial ou militar, dizendo que, como a sociedade está dividida em classes hostis e irreconciliáveis, o armamento "espontâneo" provocaria a luta armada. (Página 30 Editora Popular 2010 2ª edição São Paulo).  É interessante lembrar que Lenin só publica esse livro depois da revolução de outubro de 17 e quando, uma guerra civil começou na Rússia por que parte da população não aceitava a revolução bolchevique (guerra civil que dura mais de uma década). Um dos erros de Lenin nesta questão, foi não lembrar, ou não conhecer as forças que unem um grupo social e que formam a sociedade, ou seja, a interação social e a aculturação, que unem os grupos em uma sociedade, fazendo com que as classes hostis desapareçam ou não se tornem inconciliáveis. Aliás é para este trabalho de união dos vários grupos sociais de uma sociedade, que existe o trabalho com a ideia de civismo etc., trabalho este transcurado no Brasil. Assim os Defensores do desarmamento da população, consciente ou inconscientemente, repetem não algo moderno, interessado como a inexistência de armas e sociedade e diminuição de violência, mas sim uma doutrina que visava desarmar a população com interesses não muito claros. Em cima deste assunto foram criados estatísticas, debates, mas ninguém fala que foi Lenin, um dos primeiros, senão o primeiro que falava em desarmar a população e que editou o livro, bem no momento em que o comunismo Russo implantado um ano antes, estava sendo contestado nas ruas com uma guerra civil. A parte o contexto histórico que acabei de citar, a questão de permitir a posse de arma com a população é uma questão de interesse social e mesmo de segurança. Com parte da população armada, a invasão de propriedade diminuirá, pois os assaltantes ficarão em dúvida se encontrarão alguém apto a atirar e com munição bastante para resistir à invasão.  Hoje ao invés disso o ladrão tem certeza que a população está desarmada e que ele, pode arrombar a porta de alguém à vontade, já que depois quando a polícia for chamada, ele, o ladrão já terá ido embora e terá muita chance de desaparecer. Com a regulamentação do porte de armas, ou a posse dentro de uma residência, cria-se um cadastro de quem tem arma e que tipo de arma tem e que tipo de pessoa que possui esta arma, uma vez que para obter um porte de arma são necessários alguns requisitos, que inclusive laudo psicológico. Quando uma dessas armas aparecer em um assalto, por exemplo, a polícia terá em sua mão ou cadastro de quem a comprou e ficará fácil rastrear a origem da arma e se quem a comprou está envolvido na quadrilha, ou foi roubado.  O número de armas em circulação causaria problemas? Esta é a questão que muitos desses grupos contra o armamento e contra o porte de arma, colocam. A tendência é que a violência não está ligada a existência ou não de armas legalizadas e de pessoas com porte de arma. A violência existirá com arma clandestina em grande número como existe hoje, com facada, pedradas, tijoladas, envenenamentos e toda sorte de artimanhas que um assassino quiser usar. Um assassino dificilmente vai registrar a uma arma para assassinar alguém, antes disso ele vai usar uma faca de cozinha, ou uma pedrada com uma pedra que ele acha no meio da rua, para não deixar rastro.  Portanto o registro e a posse de arma na mão da população, apenas vai trazer mais segurança, já que os assassinos como acabei de dizer, não entrarão em qualquer residência, com medo de encontrar alguém armado.  As organizações contra o porte de arma, alegam sempre a questão dos massacres que existem em escolas, inclusive nos Estados Unidos da América, onde a arma é legalizada. Estatisticamente falando já que eles adoram estatística, indicam que se levarmos em consideração número de armas legalizadas nos Estados Unidos da América e o número de massacres que já ocorreram, ficará demonstrado por estatística que o porte de arma é seguro.  Em comparação com o número de armas existentes lá o número de problemas é pequeno.  O problema da violência não está em ter ou não a arma, mas sim, em organizar a sociedade de tal modo a abolir os métodos de Gramsci, presentes hoje na educação implantada no pais, de destruição da cultura, da família e da religião. Esse deveria ser o verdadeiro ponto em que essas organizações deveriam ter foco para ação que exercem. Uma sociedade com uma família desestruturada, como a esquerda fez nos últimos 30 anos no país, onde o sexo desenfreado como pregava Herbert Marcuse, da escola de Frankfurt, foi implantado no país, sempre será uma sociedade violenta. Herbert Marcuse em seu livro “Eros e Civilização” deixa bem claro que a erotização em sociedade derrete todas as instituições sociais. Portanto, Se alguém quiser realmente combater a violência, deve ter foco em tirar o Marxismo da escola, o Marxismo gramsciano, criar uma escola sem ideologias nefastas, uma escola onde se ensina gramática, geografia, matemática, ciências, etc., estruturando a família para que ela cuide da educação primeira de uma criança.  As creches devem servir para auxiliar os pais não para substituir os pais, substituição esta dentro da linha do Marxismo. Falar que a proibição do porte de armas é a solução para diminuir a violência, é querer esconder toda sujeira educacional que se fez nos últimos 30 anos, deturpando a escola a ponto de criar, uma grande massa de alunos e ex-alunos semianalfabetos, violentos contra professores, por que a escola substituiu a família e não conseguiu (como não conseguiria) educar os alunos como deveria. A educação completa de um aluno, onde ele passa a ter uma formação como ser humano tem que ser dentro de um processo educacional composta por família, local onde a família mora (sociedade) e escola. Sem esta base educacional, por melhor que uma escola seja, nós não temos um educação eficiente e o indivíduo poderá facilmente se tornar violento, independente de posse ou porte de armas permitidos.
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