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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
O PROGRAMA MAIS MÉDICOS E A MENTALIDADE ESCRAVOCRATA Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto reprodução de ilustraçoes do pintor francês Jean Baptiste Debret (1768-1848) Jaboticabal,  19 de novembro de 2018 Prezados leitores eu me pergunto se presencio atualmente pessoas inconsequentes ou pessoas que deixaram cair a máscara e mostraram a sua vocação favorável a escravidão e ao desmando. Como podem existir pessoas que ficam indignadas quando o Brasil se propõe alterar as regras do mais médico, para que o médico Cubano receba o valor do salário integral, tenha a liberdade de trazer a família e ainda para clinicar faça o exame do revalida. Esses três pontos são fundamentais em qualquer país que se considere civilizado. Oras o revalida é uma exigência legal, para que alguém formado no exterior médico inclusive, possa exercer a sua profissão. Que o Brasileiro não respeitasse muito as regras isso não é novidade, mas daí a desrespeitar uma norma como esta, com força legal e continuar insistindo de que seria normal esse desrespeito, é algo que muitos Brasileiros não poderiam estar fazendo. Homero do século X aC escreve bem claro: um homem que não respeita as leis é um homem sem pátria e sem lar. Será que esses Brasileiros que querem continuar com desrespeito a obrigação do revalida, estão no meio dessas pessoas citadas por Homero há dois mil anos atrás? Exigir que no acordo do programa mais médicos, estejam previstas a possibilidade do médico trazer a família quando este assim o quiser, ou exigir que o salário pago ao médico seja pago integralmente a ele, são coisas tão descomunais assim? E não me venham falar que como se veiculou, que o médico era livre para trazer a família se quisesse, pois muitos médicos Cubanos entrevistados por televisões, sem divulgar o nome, falam que a família deles não podia sair de Cuba. Se pelo contrato do médico com Cuba ele deve pagar um valor ao governo Cubano, que o faça ele medico depois de receber o seu salário. Ele deve ser livre para receber o seu salário e cumprir suas obrigações, mas o Brasil não pode fazer como faz agora, pagando Cuba, como se alugasse um escravo. O Brasil pagar diretamente a Cuba é como se aquele país fosse um proprietário de escravos e o governo do Brasil, gerenciando estes médicos, fosse o feitor de escravos. A situação do médico Cubano aqui e do governo de Cuba, lembra o antigo intermediário que existiu no Brasil até a década de 80, na lavoura de cana-de- açúcar e que o governo Brasileiro combateu. Parte desses Brasileiros que estão contra a exigência feita por Jair Bolsonaro e o novo governo, defendem e enaltecem o dia da consciência negra, que se comemora amanhã. O dia da consciência negra é comemorado em referência a Zumbi dos Palmares e visa lutar pela igualdade e a não discriminação tanto da raça quanto social. Ao menos é isso que pregam. Oras o que adianta pregar isso e ser favorável a uma ditadura sanguinária que para suprir a falta de financiamento da antiga união soviética, quando URSS acabou, criou um sistema de exportação dos médicos para viver do salário deles? O que adianta ficar eufórico pela data de amanhã e em nome de uma utilidade dos médicos Cubanos, para os pacientes Brasileiros querendo defender a manutenção do convênio como tinha sido assinado durante o governo do PT, se a situação de trabalho analogo a de escravo continua, se nao se modificar as condiçoes do convenio atual? Este argumento que os médicos Cubanos farão falta é aproximadamente o mesmo argumento que os escravocratas, feitores e capitães do mato, usavam para combater o trabalho de libertação dos escravos que acabou ocorrendo em 13 de maio de 1888. Que na época aqueles fazendeiros usassem de um argumento similar a utilizada pelos defensores da manutenção dos mais médicos como Cuba quer, até podemos entender devido à época em que ele viviam. Hoje contudo diante de toda evolução que tivemos e de duas datas comemorativas pelo fim da escravidão no país, o 13 de maio e agora o 20 de novembro, defender a manutenção de um trabalho análogo à escravidão é no mínimo um absurdo. Quanto à falta que o médico Cubano possa fazer, nossos governos municipais, estaduais e o governo federal tem que ter vergonha na cara o suficiente, para saber que nós somos independentes há mais de um século e devemos criar mecanismos para suprir essas necessidades, com nossa própria força. Ou será que esses governos continuam cabisbaixos e subalternos como na época do Brasil colônia. Não estou falando para proibir o trabalho de médicos estrangeiros no país, mas esse trabalho feito no Brasil deve ter trabalho de médicos Brasileiros e médicos estrangeiros de modo que se a mão-de-obra estrangeira vier a sair, o Brasil não fique à deriva. Isso é o que qualquer país decente faria e é o que eu espero das autoridades Brasileiras, que usem de projetos que não fiquem na dependência de estados estrangeiros, ou será que estamos querendo voltar a ser colônia? Para que o feriado de amanhã possa ter sentido eu gostaria de ouvir da boca da maioria dos Brasileiros, que nessa questão dos mais médicos, ele Brasileiro com povo independente, vai resolver a questão sem ficar como choramingas na porta do consulado Cubano, ou estendendo a mão como um mendigo para o governo da familia Castro.
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