Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A DROGA NO BRASIL: “UMA EPIDEMIA” Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto internet divulgação Jaboticabal, 1 de junho de 2019 Prezados leitores, Um levantamento Nacional sobre o uso de drogas, feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) indicou que o uso de drogas no país não se trata de uma epidemia, no sentido genérico do termo. Nessa pesquisa foram ouvidas 16 mil pessoas por 500 pesquisadores. Uma das suspeitas é de que parte dos pesquisadores que realizaram este tramalho, é favorável ao uso e a liberação de drogas e portanto, orientou a pesquisa no sentido de demonstrar que o consumo de drogas não é um perigo.  A Fiocruz rebateu a questão falando que seguiu critérios científicos.  Por mais que queira defender o seu trabalho, a Fiocruz esbarra em um ponto complicado, para dizer o mínimo. Em filosofia aristotélica, a veracidade de uma afirmação ou a sua falsidade está na realidade ou irrealidade das coisas. Em seu livro Organon Aristóteles nos diz: “O que é, deve ser necessariamente quando é” Portanto se o resultado da pesquisa feito pela Fiocruz, indica que não há uma epidemia de drogas, mas na realidade do dia-a-dia no Brasil vemos a cada esquina, drogados e mais drogados, famílias desestruturadas, drogados sob as pontes, cracolandias, etc. Se Vemos um aumento de crimes como furto, roubo para sustentar o vício das drogas esta realidade, existe de fato um aumento descomunal de drogados, e isto desmente claramente da pesquisa que foi feita pela Fiocruz. A palavra epidemia aqui é tomada em sentido figurado, como empregado pela Fiocruz ou o governo e é uma expressão usada para generalizar um grande número de determinadas ocorrências.  A exemplo de epidemia de drogas, epidemia de homicídios etc. Neste sentido então a realidade pela qual passa o Brasil, existe sim uma epidemia de drogas e uso de entorpecentes, ainda que como lemos em organon, o termo usado deveria ser mais especifico que “epidemia”. Em organon, Aristóteles nos diz que “é preciso verificar se há outra forma de exprimir mais corretamente a natureza do definido do que a definição formulada”. Se trocássemos a definição epidemia de drogas, por aumento descomunal e fora do controle social do uso de drogas, aumento vertiginoso e nocivo do uso de drogas, ou, aumento do tráfico e uso de drogas, fora de controle, seria mais correto e daria a real noção dos inúmeros covis de drogados, que temos em praticamente todas as cidades do Estado ou do pais. Na tarde de ontem 31, por exemplo em Jaboticabal tivemos apreensão de 12 criminosos além de produtos Roubados e drogas que estavam escondidas no cemitério da cidade. Não passa dia e nem noite que a polícia não pegue drogados e traficantes. Facadas e pauladas são desferidas por pessoas que se confessam usuários de drogas e que cometeram o crime de agressão e assassinato ou tentativa de assassinato, porque estavam drogados, E a Fiocruz vem falar que não existe uma epidemia de drogas.  A quem se quer enganar? Aliás a pergunta não seria essa a pergunta é uma outra: quem orientou essa pesquisa recebeu o dinheiro de algum traficante, para dizer que a droga não é um problema no país? Para sorte do brasileiro o STF tirou da pauta uma ação que poderia liberar o porte de droga para consumo próprio. Como se portar droga para consumo próprio fosse alguma coisa boa. Como se o uso de drogas, como demonstram os livros de psicopatologia forense, não danificasse um cérebro e não causasse problemas comportamentais. Muitos dizem que não se pode combater o uso de drogas com a criminalização e punição.  Estas pessoas esquecem que por trás do tráfico de drogas existem quadrilhas poderosíssima. Aqui eu não falo apenas de PCC ou só quadrilhas brasileiras. Atrás do tráfico de drogas estão a camorra 'Ndrangheta e a Cosa Nostra, além das máfias chinesas e japonesas.  Portanto querer combater a droga com a descriminalização ou é opinião de alguma pessoa que não pensou bem no problema, ou de alguma pessoa conivente com o traficante, ou ainda alguém que não sabe o poder real que tem essas quadrilhas. Para dar um exemplo vamos falar na Cosa Nostra, comumente aqui no Brasil chamado de máfia italiana. A máfia italiana surgiu pela primeira vez, por volta de 1500 e desde a unificação Italiana, 1870, vem dando trabalho a polícia daquele país. A máfia italiana no exemplo que estamos dando, expande seus tentáculos pelo mundo inteiro, matando, trucidando ainda que com aparência de classe e glamourização dos filmes norte- americanos. Para esta máfia não é um diretor de uma Fazenda terapêutica, ou tratamentos de saúde, feio ambulatoriamente em qualquer município, que vão impedir que criminosos, como esses camorristas, ou de outras quadrilhas, dominem do tráfico e ameassem de morte e matem, quem quer impedir esse domínio. A máfia Italiana, para conseguir seu intento, cria organizações beneficentes, elege prefeitos, nomeia ministros, juízes, desembargadores e, isto não só na Itália.  Portanto não sejamos inocentes, além de pensar no usuário, que deve ser retirado da rua, a força se for o caso, para evitar ser abordado pela máfia ou qualquer outra quadrilha, deve-se punir severamente o traficante mesmo que seja aquele pequeno traficante que para sustentar seu vício, também vende drogas.  Esse traficante pequeno não deve ter o status de usuário deve ser punido severamente. Muitas vezes não basta uma fazenda terapêutica, é necessário internamento compulsório em manicômio, uma vez que o cérebro do drogado, dependendo do estágio do vício, já foi danificado e ele não consegue reprimir seu lado violento. Prezados leitores não nos esqueçamos a briga contra as drogas não é algo que nós possamos imaginar que possa ser vencido com cuidadinhos ao drogado. A violência das quadrilhas que envolvem esse crime exigem que a sociedade aumente a vigilância tratando sempre de maneira pesada, qualquer traficante.
Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte