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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
O INTERESSE “ECOLÓGICO” DE PAÍSES ESTRANGEIROS NA AMAZÔNIA Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto EBC Jaboticabal, 22 de agosto de 2019 Prezados leitores Vimos nestes últimos dias a crise gerada agora pela questão ambiental na Amazônia e a colocação que a culpa das queimadas é do atual governo. Alemanha e Noruega suspenderam verbas para trabalhos na Amazônia. O governo Bolsonaro diz que a culpa de alguns incêndios podem ser das ONGs, que descontentes com a atual política ambiental brasileira estão provocando os incêndios. Oras não vamos nos iludir sobre algumas destas questões, a Amazônia não é defendida por países europeus porque deve permanecer intacta. A Amazônia é defendida por europeus devido aos minérios, em grande quantidade que existem em seu subsolo. Petróleo, bauxita, Cassiterita, ouro, são alguns dos Minérios que existem naquela região do Brasil e que os países europeus e os demais países desenvolvidos no mundo, querem para si independente se existe Floresta ou não. Isso sempre foi assim e não é de hoje que se faz de tudo para se obter clandestinamente, com extração mineral irregular, os minérios da Amazônia, para levá-los a outros países. Não se trata apenas da Amazônia o Brasil inteiro é mapeado por países estrangeiros para que seja uma fonte de minérios para as indústrias principalmente do hemisfério norte. Os cursos de Geologia na Itália, por exemplo, como tive conhecimento há 29 anos atrás quando morei lá. Os geólogos italianos estudam metro quadrado por metro quadrado, do subsolo brasileiro para futura exploração. Os brasileiros não devem se iludir, se a Alemanha e a Noruega davam dinheiro para preservação da Amazônia isso não sairia gratuitamente. Infelizmente, isso não se fala no Brasil, mas este país, para os europeus é considerado tanto quanto os países da África, ou do Oriente Médio. Os países da Europa querem do Brasil principalmente a mão de obra barata e os recursos minerais que aqui existem em abundância. Claro que ninguém fala isso abertamente e então, se trasveste esse discurso em defesa da ecologia, defesa de direitos humanos, de defesa de outros itens politicamente corretos, para que estando sempre próximo do Brasil (através principalmente de ONGs) consigam monitorar o que acontece aqui em proveito de países industrializados, principalmente da Europa.  O presidente Jair Bolsonaro com todo o seu jeito estrambólico de falar, tem razão em muita coisa. Grande parte das ONGs que vem aqui, vem para pesquisar minérios, usando indígenas, ambientalistas e jornalistas brasileiros, com massa de manobra.  A nossa sorte por enquanto é que o Brasil deu uma guinada a favor dos Estados Unidos da América e portanto uma intervenção militar como foi feito na Líbia ou no Iraque, para controlar melhor aqueles países (lá por causa do petróleo) é difícil que aconteça aqui. Quanto à verba que vinha da Noruega e da Alemanha, o brasileiro deve ser independente o suficiente, para falar que não quer, e que vai trabalhar na Amazônia com recursos próprios, ou então se declare um colono de qualquer país estrangeiro que por doação de dinheiro, queira mandar aqui dentro. Claro que nós temos que preservar a Amazônia, mas o primeiro passo é acabar com a cultura indígena da coivara, ou seja aquela cultura de pôr fogo na mata limpar o terreno e depois plantar. O grande foco dos incêndios é causado por essa forma de agricultura nefasta indígena, que existe no Brasil e que querem preservar. A mania de pôr fogo na mata passou para o brasileiro e todo o trabalho agora deve ser feito para que esse tipo de costume seja extinto de vez.  Uma outra ferramenta importante para a preservação da Amazônia e a legalização do garimpo, para que uma vez realizado de forma legalizada, o governo tenha o controle da atuação dos garimpeiros e consiga mapear, um pouco mais, o que acontece naquele território da Amazônia. Para que o leitor tenha uma ideia melhor, eu vou traduzir o que significa a verba dada pela Noruega pela Alemanha, para o Brasil e o interesse estrangeiro em nosso pais, em uma frase que virou moda ultimamente: “ não existe almoço de graça”.  Portanto não pensem que a Alemanha e Noruega e outros países vão voltar a financiar o Brasil se não tiverem uma perspectiva de no futuro a curto ou a longo prazo, auferir milhões e milhões em lucros com minérios, ou ainda obter vantagens com baixos salários da mão de obra barata que temos, para fabricar seus produtos exportados para Europa, como faz a Fiat por exemplo.
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