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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A CRISE NA VENEZUELA Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // fotos EBC Jaboticabal, 25 de fevereiro de 2019 Prezados leitores na tarde deste domingo dia 24 houve mais confrontos na fronteira entre o Brasil e a Venezuela em Pacaraima Roraima. Manifestantes venezuelanos que estavam do lado brasileiro da Fronteira, fizeram protesto contra os soldados venezuelanos do lado da Venezuela e atiraram Pedras. Os soldados venezuelanos reagiram jogando bombas de gás lacrimogêneo sem se preocupar se elas caiam do lado brasileiro ou não. Precisou uma equipe da força nacional e um coronel do exército brasileiro chegar ali, para obrigar que os militares venezuelanos, parassem de atacar o lado brasileiro do território. Este é mais um exemplo do tão sonhado socialismo bolivariano de Chávez e Nicolás Maduro, regime elogiado e chamado de democrático pela esquerda brasileira. A forma pela qual o exército venezuelano e Maduro fazem a destruição de alimentos que vão ser levados até a Venezuela, a falta de respeito a fronteira brasileira, como vimos neste sábado e neste domingo mostram claramente que a esquerda brasileira, estava errada e está ainda, em apoiar um regime sanguinário e comete atrocidades contra o seu próprio povo. É lamentável como senadores e deputados da esquerda ainda tentam justificar a posição de Nicolas Maduro. Este ato é comparável a apoiar os atos de barbárie e atrocidades de Adolf Hitler, que Aliás era Nacional socialista, Ao estilo o socialismo bolivariano. É inconcebível apoiar um regime que mistura socialismo, que prega a extinção da propriedade, com as ideias de Simon Bolívar, que nada mais era do que um grande proprietário de terras escravocrata e facínora, como tantos caudilhos da América Latina. Mas porque ser favorável a retirada de Nicolas Maduro? O petróleo? A questão petrolífera ainda que importante é apenas um detalhe, diante da catástrofe que a ideologia de Maduro causou naquele pais, na realidade a violência de Nicolas Maduro não é diferente da violência praticada na antiga União Soviética de Lênin a Stalin e até a queda do muro de Berlim. Em história devemos lembrar, que a partir da Revolução dos bolcheviques, em outubro de 1917, parte da Rússia que não aceitava o domínio do partido comunista, entrou em guerra civil, que na prática durou de maneira forte até os anos 40. Na realidade enquanto houve União Soviética, havia resistência ao domínio do partido comunista e as violências praticadas pelos governos de então e a duração desta resistência é que explica a existência da KGB, até o fim daquele regime. Entre tantos filmes que falam da violência na União Soviética, podemos citar aqui “Doutor Jivago”, e baseado no romance “Doutor Jivago”, o “Círculo do Poder” e “O Sol Enganador”. Voltando à questão de Nicolas Maduro, ele só repete, com sua violência o que sempre foi feito pelo socialismo quando atingiu o poder. O domínio socialista parte de pressupostos que negam a evolução do ser humano. Primeiro o socialista nega a Deus (é Lenin quem, além de Marx, escreve isto) depois pregam o fim da família tal como a conhecemos no mundo ocidental e esta questão não é uma invenção leninista ou de Gramsci,  mas sim dos próprios idealizadores dos fundamentos do socialismo, ou seja Karl  Marx e Engels, que no livro “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado” pregam a necessidade do fim da família patriarcal e o modelo de família ocidental, que na essência, segundo Marx, é a origem do domínio do homem pelo homem. No lugar da família, as pessoas devem ter uma convivência como companheiros e os filhos que advém desta convivência, sem fidelidade, vinculo religioso, ou ligação de afeto, serão formados pelo Estado, desde pequenos. Para entendermos que isto deve ser assim no socialismo, temos que ler as obras de Marx, Lenin e Trotsky, principalmente. O socialismo cria uma igualdade artificial entre as pessoas, gerando com isso crises e falta de estímulo para que o ser humano se desenvolva, como naturalmente acontece, em um regime político normal. A falta de estimulo individual, com uma igualdade arrasadora, gera uma apatia e desestimulo de desenvolvimento. Se uma pessoa é apenas um número e é extremamente igualada aos demais, para que existir mérito e competição. Claro que deve haver uma igualdade, mas não arrasadora a ponto de aniquilar o indivíduo em prol do coletivo, é necessário se respeitar as diferenças individuais, que geram competitividade e desenvolvimento. Na implantação do socialismo o estado se torna onipresente e desconsidera totalmente o indivíduo em prol do coletivo. Aristóteles ensinava que, para existência do Estado é necessário que o ser humano tenha um espaço seu, individual onde o Estado não tem o domínio, ou seja um espaço privado. Criando essas modificações e se tornando um estado paternalista, com sua ditadura de proletariado, o socialismo acaba gerando o que nós vimos na União Soviética ou em todos os países socialistas de então e o que nós vemos hoje na Venezuela. O Brasil só escapou de uma situação como essa porque a esquerda foi retirada do poder. Se nós repararmos nas leis feitas nos últimos anos, desde o governo Fernando Henrique Cardoso, existem uma série de instrumentos criados legalmente, de caráter socialista que ajudaram a piorar a crise que nós temos hoje, praticamente destruindo e derretendo nossas instituições e o Brasil. Um governo que chega ao estágio que chegou a Venezuela, que atira em seu próprio povo, apenas para manter o poder de um governo que não assiste sua população, deve ser retirado, para que o país vizinho possa constituir um governo e um regime político, digno para o cidadão venezuelano. Se isto vai ocorrer, diplomaticamente ou por guerra é uma questão de dias e de acompanharemos no desenrolar dos acontecimentos, mas o Brasil deve tomar partido a favor das liberdades individuais, de um governo Liberal e democrático, mesmo que para isso tenhamos que no decorrer desses dias e meses, apoiar a população venezuelana com nosso exército. Em política um país deve tomar uma posição e no caso brasileiro, a posição a ser tomada deve ser claramente a favor da população venezuelana, contra o governo de um regime ideológico inexistente (porque socialismo não se mistura com Bolívar) e sanguinário.
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