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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A EROTIZAÇÃO DA SOCIEDADE E A REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE GRAMSCI Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto ( Gramsci e Marcuse e destawues de escola de samba) montagem Crônica e Arte (bibliografia citada na biblioteca do autor) Jaboticabal, 6 de março de 2019 O presidente Jair Bolsonaro está sendo criticado na manhã desta quarta-feira, dia 6, por ter postado um vídeo de um bloco de carnaval, postagem esta durante o carnaval, onde duas pessoas simulavam uma prática erótica em público. Na postagem Jair Bolsonaro criticava a erotização que tem tomado conta do carnaval. Muitos comentaristas políticos acharam estranho tratar de um tema como este, chamando o caso de tema secundário, mas na realidade, esse tema tem que ser tratado, como um tema prioritário e a erotização no carnaval e na sociedade, tem que ser combatida. Este combate não é só uma questão moral ou religiosa, mas também trata-se de combater o método da escola de Frankfurt de destruição de uma sociedade, para que depois de destruída  se implante o socialismo. Este método não é uma teoria da conspiração e quem assim pensa é porque não leu Herbert Marcuse William Reich, que em suas obras desenvolvem teorias de psicologia com ênfase na erotização, visando destruir a sociedade (como vemos em “Eros e civilização” de Marcuse e Psicologia de Massa do Fascismo de Reich). Na realidade o trabalho da escola de Frankfurt é uma sequência da teoria de Gramsci, que em seus Escritos Do Cárcere, propunha criar o socialismo não a partir de uma revolução armada, mas sim pela destruição da família, da religião e da Cultura de cunho romano. (Por este motivo, os governos de esquerda no Brasil, deram ênfase a história da África, nos últimos tempos). Marcuse e Reich, além de outros filósofos da escola de Frankfurt criaram todo o mecanismo para passar, através da Educação, um método com a finalidade de destruição da sociedade capitalista. Uma destas teorias é exatamente a teoria da erotização social. Marcuse chega a escrever que se a erotização social ocorresse, de maneira correta, destruiria todas as instituições sociais. Portanto quando se combate a erotização, na escola, no carnaval e na Cultura como um todo, não se faz um trabalho moralista, reacionário ou que nome queiram dar para isto, mas se realiza um combate contra os métodos da escola de Frankfurt. Esta não é uma questão secundária como se tem pregado na mídia. Grande parte da violência doméstica que tanto se fala, é o resultado do trabalho que já vem sendo desenvolvido há mais de 13 anos pelos governos de centro-esquerda e de esquerda, na destruição da família, no Brasil, usando a linha da escola de Frankfurt. O próprio político e ex- candidato à presidência Fernando Haddad se vangloria em vários sites de admirar a escola de Frankfurt, sem falar (ou sem saber) o que essa escola prega. Não se pode ser inocente quando se trata dos métodos socialistas de destruição de uma sociedade na linha de Gramsci. Antes de Gramsci, Trotsky já pregava o fim da família tal como a conhecemos. Para ele, Lenin e outros comunistas, o casamento era uma instituição burguesa e origem do apego a propriedade (Como dizia Marx também) e deveria ser extinta. A diferença é que em Gramsci e na escola de Frankfurt este trabalho de destruição da familia, não é feito a força, mas, pelo convencimento através da cultura e da educação. Desta forma ao contrário do que foi falado na mídia, e como disse acima, o combate a esta erotização social é urgente e não é uma questão de fundo. Este combate é uma questão tão importante quanto a reforma da Previdência Social, pois a erotização social, destrói qualquer instituição como diz Marcuse, e portanto, está ligada a desorganização que o Brasil vive hoje, queira no campo da Educação, ou mesmo na desagregação e desagregação da família, que faz parte de um dos motivos da violência que temos hoje, como já citamos acima. Muitos poderiam falar que esta erotização não começou aqui, de fato não, como o socialismo tem um componente de internacionalização, os seguidores de Gramsci vem trabalhando nesta questão, há anos, se infiltrando na revolução sexual, nos hippies, no movimento feminista, etc, alem de atuarem no Brasil. Estas questões serão abordadas em artigos futuros
Willian Reich
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