Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
NO BRASIL SE DEFENDEU TANTO O RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS MAS SE ESCRAVIZOU MÉDICOS DE CUBA Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Crônica e Arte// internet Jaboticabal, 10 de dezembro de 2018 Prezados leitores, quando no último dia 14 de novembro Cuba anunciou, que sairia do programa mais médicos, porque o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tinha desfeito de seus profissionais, tinha falado mal da qualidade dos médicos Cubanos e do sistema de contratação, parte da imprensa Brasileira, alegando a necessidade da população ser assistida, quase que abonou a falta de preparo de muitos profissionais Cubanos e a forma de semiescravidão, com a qual eles permaneciam no país desde 2013.  Já no dia 16 de novembro, o jornal Zero Hora do Rio Grande do Sul, trouxe uma reportagem, um artigo de Renato Soares Gutierrez, médico pneumologista do Hospital Nossa Senhora da Conceição, SUS/RS, com 40 anos de experiência naquele estado. Neste e em outros artigos este médico relata que, em inúmeros casos, pacientes encaminhados à ele, para tratamento especializado, pelos médicos Cubanos, chegavam com diagnóstico errado e que esses médicos receitaram remédios inadequados e em doses erradas também, mostrando um grande despreparo na área de medicina. Este médico diz nos seus artigos que grande parte dos médicos Cubanos, eram na realidade, paramédicos e que o trabalho errado deles gerou inúmeras queixas nos conselhos regionais de medicina daquele estado, erros estes não relatados pela grande imprensa. Agora a revista Isto É, edição de 12 de dezembro de 2018, publicou uma matéria sobre o tratamento desumano, que esses médicos e paramédicos, receberam por parte do Brasil e de Cuba, com a complacência da OPAS Organização Pan Americana da Saúde, ligada à Organização Mundial Da Saúde OMS. Aqui podemos falar em omissão destas organizações, com relação a todo caso pois o site Crônica e Arte, na época do fim da participação dos médicos Cubanos, por decisão unilateral de Cuba, entrou em contato com a OPAS, que a contragosto respondeu ao que era questionado. Hoje, antes de preparar este artigo, tentei entrar em contato com a OPAS, mas dessa vez o telefone não respondia. Neste período, desde a saída unilateral de Cuba do programa Mais Médicos, veio à tona que o projeto Mais Médicos foi na realidade, organizado pelo governo Cubano e não pelo governo Brasileiro, segundo relatou o jornal Folha De São Paulo. Em relação à situação dos médicos aqui, a revista Isto É, traz em sua reportagem, que os médicos cubanos no Brasil eram monitorados por agentes Cubanos, disfarçados de médicos, agentes estes pagos pelo governo Brasileiro também. Os médicos Cubanos não tinham direito de sair do local, da cidade onde clinicavam sem permissão desses coordenadores espiões, ou seja, o serviço prestado por eles era um serviço análogo à escravidão, isto sem falar na remuneração, que não era paga diretamente ao médico, fazendo com que o trabalho desses médicos no Brasil servissem para custear o governo Cubano. Assim vemos que por qualquer ângulo que se analise a presença Cubana no programa Mais Médicos, o que foi feito no Brasil em relação a estes médicos Cubanos, foi antes de tudo uma aberração. Não falo nem tanto em relação à qualidade dos médicos, mas na questão de manter espiões Cubanos para que estes vigiassem o médico, como se estes coordenadores fossem feitores da época da escravidão. Muitos podem alegar que o trabalho do médico Cubano era indispensável, mas isso não justifica que se trate um profissional como se ele fosse uma mercadoria alugada, um escravo alugado, (na época da escravidão existia aluguel de escravos) médicos estes que não podiam nem mesmo ir de um lugar para o outro, sem autorização de um capataz ou de um feitor. Médicas cubanas relataram que eram abusadas sexualmente por estes “coordenadores” Se o caráter indispensável do médico Cubano é um argumento válido, para se tolerar as condições com as quais eles atuavam no Brasil, então estava correta a escravidão no Brasil até 1888? Claro que não!! Assim, incorreto estava o tratamento dado a esses infelizes que saíram de um regime de facínoras e se tornam escravos, ou semiescravos aqui. Por mais que muitos militantes de esquerda idolatrem Fidel Castro, Che Guevara e Cuba, o regime existente lá não passa de uma ditadura cruel e sanguinária. Uma ditadura que usa escravos médicos e paramédicos, para ganhar dinheiro em cima deles, com a complacência do Ministério da Saúde no Brasil, que quando questionado pelo Crônica e Arte sobre a saída desses profissionais, se lavou as mãos rapidamente, empurrando o problema para Opas. Tudo que já foi desvendado sobre este programa Mais Médicos, desde os e-mails de comprovam que ele foi montado pelo governo Cubano e aceito de cabeça baixa pelo governo Brasileiro de então, até mesmo a presença destes coordenadores espiões que trabalhavam como feitores do governo Cubano no Brasil. É necessário uma séria investigação. Alguns atos do governo Brasileiro e de governantes Brasileiros de então, se enquadram na lei de segurança nacional, já que por princípio, não é permitido que o governo Brasileiro, faça um convênio com força estrangeira, sem autorização do congresso, como aconteceu. Também a questão da falta de liberdade desses médicos deve ser apurada com rigor. Os governantes Brasileiros não podem submeter estrangeiros à condição análoga de escravo, ainda que o trabalho desses estrangeiros seja imprescindível. A necessidade de um trabalho, não pode ser motivo para que o Brasil adote novamente a escravidão, ou aceite ela como um ato tolerável, apesar de ilegal, apenas porque o trabalho a ser realizado por este semiescravo é importante. Ainda que em alguns períodos falte médicos no Brasil, no programa Mais Médicos, isso não autoriza o tratamento de estrangeiros como semiescravo. Algumas prefeituras mandaram médicos Brasileiros embora para economizar o salário deles, aceitando médicos do programa Mais Médicos e portanto, devem ser investigadas também, já que direta ou indiretamente, usaram de mão de obra análoga à de escravo como se isso não fosse nada. Seria interessante que um erro destes não caísse no esquecimento, quando os médicos Cubanos forem totalmente substituídos por médicos Brasileiros e não caindo no esquecimento, os responsáveis, diretos e indiretos, por terem usado mão de obra análoga de escravo fossem severamente punidos. Senhores, não me venham dizer que por serem estes médicos, cubanos, oriundos de um pais com uma ditadura sanguinária, podiam ser tratados como escravos!!!
Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte