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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A EDUCAÇÃO NO BRASIL: ALGUNS ASPECTOS Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto EBC e internet divulgação Jaboticabal, 23 de maio de 2019 Prezados leitores, No último dia 15 de maio, nós vimos passeatas pelo Brasil inteiro contrários ao corte de verba na educação. O presidente Bolsonaro contingenciou verba alegando falta de recursos e disse, que não serão afetadas áreas essenciais da Educação. Por sua vez os estudantes e professores dizem que esse corte vai afetar as Universidades no Brasil e a qualidade de ensino. Seja como for ninguém até agora tocou num ponto fundamental, ou seja, alterar realmente a educação para que, desde os primeiros anos escolares o aluno aprenda realmente o que deve aprender, sem sair da escola um semianalfabeto como a maioria tem saído. Você leitor que é aluno que está lendo esse artigo me desculpe, você vem sendo enganado por muitos professores no conteúdo que eles têm passado, e isso há muito tempo. Vou citar dois exemplos na área de história. A maioria dos professores ainda continua ensinando que Pedro Álvares Cabral chegou por acaso e descobriu o Brasil e diz que a teoria da intencionalidade é apenas uma teoria e não o que realmente aconteceu.  Poucos professores citam a existência de Duarte Pacheco Pereira que veio ao Brasil em 1498, para mapear o território, para então 2 anos depois ocorrer a posse de Cabral. Você que é ou já foi aluno não se assuste a chegada de Duarte Pacheco Pereira esta narrado em “Esmeraldo de situ Orbis” editado em Portugal. Poucos professores também falam na presença de João Ramalho, um degredado deixado no litoral paulista para começar a criar povoações no país para depois implantar-se a colonização. João Ramalho subiu a Serra do Mar e fundou Santo André da borda do campo, atual Cidade de Santo André, que na época Serviu de base para que os padres Jesuítas fundassem a redução que se tornou a cidade de São Paulo. Os professores não citam Cosme Fernandes deixado no sul do litoral Paulista em Cananéia, para criar um outro núcleo de povoamento, que servia de base depois, para se formar as cidade e a capitania de São Vicente, com a chegada de Martim Afonso de Souza. Já no nordeste do pais tivemos Diogo Álvares Correia, o Caramuru, que fez o mesmo trabalho com os índios naquela região, na Bahia. Outra história que dificilmente se passa é a guerra de dois anos que seguiu ao grito de independência de 7 de setembro de 1822, e dos tratado de paz entre Brasil e Portugal assinado 3 anos depois no Rio de Janeiro a 29 de agosto de 1825, tratado que conclui a o processo de independência do país. Até hoje eu me pergunto por que essa questão da nossa Independência não é citada. Talvez para não mostrar para o brasileiro que ele é capaz de lutar numa guerra pela independência do país. A história como é contada passa a ideia de que a nossa Independência foi uma benesse de Dom Pedro I apenas e não a luta de todo um povo contra os portugueses aqui. Mas não é só na questão da história que existe uma deficiência educacional, nos dias de hoje vemos alunos saindo da faculdade, ou mesmo do ensino fundamental, semianalfabetos, sem saber redigir uma carta comercial. Sem saber contas básicas na matemática, regras de três, percentagem por exemplo. Portanto caro manifestante inclua na sua luta pela educação a exigência que os professores mal formados sejam retirados da sala de aula. Se ele não passa o conteúdo correto, ele é imperito e como funcionário deve ser exonerado. Outros professores devem ser processados por fazerem da sala de aula um palanque político, o que é proibido legalmente. Pode se falar em ideologia sim, mas sem fazer um convencimento e doutrinação de alunos. O Brasil está inserido em um mundo tecnológico onde alunos saem da escola fundamental, ou mesmo da faculdade sem saber matemática, sem saber português, sem saber história. Muitos falam bem por exemplo do exame da OAB que é necessário etc. e etc. Poucas pessoas falam que esse exame foi instituído, por que bacharéis em Direito não sabiam o básico para advogar, então a partir de 73, depois de muitas reclamações na deficiência de advogados, foi colocado o exame já tinha sido criado anos antes, mas não tinha sido implantado. Oras de lá para cá pouco se fez para melhorar a faculdade de direito que muitas vezes não passa de uma escola e fábrica de diplomas, com raríssimas exceções, mesmo as faculdades públicas. O sistema educacional no Brasil deu conta de transformar parte da pós-graduação em um curso de fim de semana, com provas ao final. Um bacharel então muitas vezes, faz um doutorado, em um curso feito aos sábados. Ou seja, uma verdadeira vergonha, proposta por muitas instituições de ensino e aceitas, vergonhosamente, por muitos alunos, já que este papel de um cursinho aos sábados vai render a ele um percentual a mais no salário. Além destes problemas, as faculdades e a educação em geral tem sido um palco para doutrinação gramsciana e da escola de Frankfurt, doutrina que tem por objetivo destruir a sociedade para em cima desta destruição implantar o socialismo. Portanto senhores, o problema da educação no Brasil, não é o contingenciamento de verbas, mas sim em mudar o eixo do ensino e expurgar a linha de Gramsci da escola. E para quem fala que este é um texto ideológico, leia Eros e Civilização de Marcuse, leia Adorno e outros autores socialistas e depois conversamos.  
Caramuru
Cosme Fernandes
João Ramalho
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