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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A ESTRATEGIA DO PODER E AS ELEIÇÕES Waldemar Dória, Advogado e Colunista do Site Crônica e Arte e Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto internet Jaboticabal, 1 de agosto de 2018 As eleições que serão realizadas em 2018, contam com alguns políticos que são bem conhecidos do povo brasileiro e querem se passar por “uma nova opção”, apesar de falarem muito de “direita, esquerda e centro” estamos vendo que tudo é uma coisa só, porque quando chegam no poder, as alianças que fizeram, os obriga a concessões, onde suas administrações se mantém num atraso para o povo brasileiro, isto na esfera municipal, estadual ou federal. Além deste problema, muito partido não tem diferenças ideológicas precisas, aliás como exemplo citamos o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que em um especial da Tv Câmara, postado também neste site, diz que: não há diferença ideológica entre o PT e o PSDB.  Oras, se não existem diferenças entre estes e outros partidos imaginem nas pessoas que compõem estas alianças partidárias.                                         Se analisarmos o pluripartidarismo que temos, vamos ver que quase todos os partidos atuais tem um programa de governo igual, devido aos líderes dos partidos atuais terem origem de um mesmo grupo que era adverso ao governo Militar (1964 à 1985) e que tinha base socialista ou seja de esquerda. Isto explica o porquê de hoje não termos em quem votar, a não ser em partidos de esquerda, pois são todos apoiadores de uma única corrente de pensamento. Esta linha de esquerda traz em sua ideia principal a perpetuação de um partido no poder por longos anos, não é à toa que a reeleição foi criada pelo Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso e o seu partido PSDB em São Paulo que governa o Estado, desde 1995 pelo então governador eleito Mario Covas indo até os dias de hoje com o ex-governador Geraldo Alckmin, ou seja, a 23 anos. Este período é maior do que o governo Militar de 1964 à 1985 e também de Benito Mussolini que foi ditador na Itália desde 1925 a 1945 ou seja 20 anos de regime ditatorial. Governos que ficam por longos anos, contrariam ao menos em parte a própria noção de democracia, regime no qual a alternância de poder é uma das ferramentas para o desenvolvimento de um pais.  Muitas vezes vemos que para se conseguir o poder e se perpetuar nele, alguns candidatos fazem de tudo, em especial alianças espúrias em relação a própria ideologia que pregam e como dissemos acima impedem que este Brasil tenha um governo digno da sua realidade e de sua população. A ideia que se passa quando se fala em ter vários partidos aliados é para ter um aumento de tempo no horário eleitoral, televisado. Oras, não podemos nos esquecer que a propaganda política eleitoral foi fundamental principalmente para a entrada no poder de Mussolini e Hitler que a criaram e no Brasil de Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff (métodos de campanha estes que vemos em livros na editoria deste site). Métodos estes antigos e que usam de psicologia social, para fanatizar e dominar as massas. Este tipo de aliança impede que o Brasil resolva problemas que mantem o país em um subdesenvolvimento. Na Saúde por Exemplo em nossa região, que já foi considerada a Califórnia Brasileira, o número de leitos Hospitalares é insuficiente para atender a população que existe,  isto em todas as cidades da nossa região, se considerarmos o que prega a Organização Mundial da Saúde e os dados do Ministério da Saúde do Brasil. Isto para não citarmos o norte e o nordeste do país. Já na Educação por falta de uma política adequada, nós temos grande parte dos alunos formados, saindo quase sempre semianalfabetos, isto porque os professores são cada vez mais despreparados e sem condições de dar aula e de outro lado, os alunos mal-educados, sem alimentação e muitas vezes sem base familiar, fingem que aprendem tudo o que o professor lhes passou. O pior é que estes professores são obrigados ou induzidos a passá-los de ano por medo de represálias. Um dos motivos pelos quais o governo induz o professor a manipular as aprovações de alunos é que o índice de desenvolvimento humano IDH da ONU. Um país é mais desenvolvido conforme a grande quantidade de alunos inseridos e aprovados na educação, pois este número entra na composição do índice do IDH. Portanto, o Brasil maquia o IDH da ONU, mantendo os alunos nas escolas e aprovando-os sem nada saber, apenas para ter um número de IDH alto, ou elevado, com isto criando uma imagem ilusória do Brasil. Estas questões de saúde e educação e outras que não enumeramos aqui, não se tratam do dia para a noite, nem com maquiagem de índices, mas com planejamento, honestidade e seriedade, que em muitos governantes faltam.                                      
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