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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
O MOMENTO ATUAL E A POLARIZAÇÃO NA POLITICA Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Mentore Conti Jaboticabal, 1 de outubro de 2018 Independente do candidato que ganhar para governar o Brasil a partir do ano que vem, estas eleições ficarão marcadas por um fato inédito na história do país. É a primeira vez que uma pessoa condenada por corrupção, lavagem dinheiro e que está presa e inelegível, age do seu cárcere para influenciar seus partidos aliados e desafiar não só a justiça eleitoral, mas como também o poder judiciário como um todo. Em relação Luís Inácio Lula da Silva não há como dizer que ele é inocente ou que a sua condenação é uma condenação política. Ele foi processado e condenado sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e foi punido com 12 anos de reclusão. A condenação foi imposta a Lula depois que ele exerceu o seu direito de defesa de modo mais amplo possível O próprio motivo da condenação que lhe foi imposta o desqualifica para participar de qualquer ato político, queira como candidato ou mesmo apoiando alguém. A condenação por corrupção indica, demonstra, que ele, no exercício do cargo de presidente da república, permitiu que a corrupção continuasse existindo, e agiu cometendo corrupção. Ao ser condenado como foi e ao insistir em participar do processo político, ainda que apoiando esse ou aquele candidato, Lula dá um mau exemplo a nação. A figura de um político é marcada principalmente pelas suas atitudes e Lula ao insistir em participar da política desafia o judiciário como se o judiciário não tivesse força para fazer valer uma sentença que impôs ao condenado. Como se a sentença Decretada pela justiça federal do Paraná pouco ou nada valesse. Muito se fala que o Brasil está dividido em política e grande parte da culpa dessa divisão é do próprio comportamento de Luís Inácio Lula da silva que com sua situação jurídica quer se impor ao judiciário a todo custo e causa repúdio de parte da população, que não aceita uma pessoa que desafia as instituições. O outro fator que causa divisão também é a linha que a esquerda atual no Brasil usa, ainda que muitos militantes não percebam. Algumas linhas que a esquerda continua insistindo em usar é a linha gramisciana para mudança social. Gramsci pregava que, para se implantar um socialismo era necessário destruir a sociedade pré-socialista, ou seja, a sociedade que se baseia no capital, não com a revolução, mas sim com a mudança de comportamento, destruindo a religião, a família e a propriedade. O pensamento não era novo, Karl Marx e Engels já tinha falado disso no livro “A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado”. Depois que Gramsci elabora sua teoria nos anos 20 e anos 30, a escola de Frankfurt cria nas décadas seguintes, todo um trabalho para desconstituir a sociedade para, encima desta sociedade desconstruída, implantar o socialismo. Uma das ideias que surgem e que é usado até hoje, é a erotização da sociedade. Herbert Marcuse fala em seu livro Eros e Civilização que a erotização da sociedade derrete, destrói a qualquer instituição social. Quando alguns componentes da esquerda usam desta linha de Gramsci e no desdobramento do trabalho, realizado pela escola de Frankfurt e trabalhos posteriores na mesma linha, como a teoria de gênero, parte da sociedade não aceita. Ouso até dizer que muitas pessoas de esquerda se tivessem acesso aos livros dos pensadores da escola de Frankfurt e outros autores desta linha, deixariam de ser de esquerda. Quando então parte da sociedade não aceita esse tipo de trabalho entra em choque e rejeita a esquerda como um todo, criando um outro fator de divisão social que temos hoje. É lamentável ver hoje a esquerda Brasileira a mercê de questões criadas pela prisão do Lula e criada por uma teoria antiga de Gramsci, Herbert Marcuse, Shulamith Firestone e outros autores. Se nós quisermos fazer com que o Brasil entre no eixo, devemos deixar para trás as teorias antigas que acabei de citar e parar de criar uma desqualificação do judiciário como está fazendo Luís Inácio Lula da silva, com seu comportamento. É necessário criar um país onde se respeite as leis e as sentenças judiciais e não se avacalhe instituições só porque esta ou aquela figura política sofreu uma sentença condenatória. Aqui citamos estes dois fatores de polarização na politica, que se somados a outros fatores causam o impasse que o país vive
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