Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
O ATO DO DESEMBARGADOR DO TRF-4 E A PONTA DO ICEBERG  um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 fotos jornais italianos e EBC  Jaboticabal 10 de julho de 2018 O desembargador Rogério favreto do TRF-4 no Rio Grande do Sul, acabou expondo Um dos problemas graves que temos em parte do Judiciário. Ao receber o pedido de habeas corpus de Luiz Inácio Lula da Silva, como plantonista na última sexta-feira à noite e já durante o seu plantão e aceitar um pedido de liminar para libertar o ex-presidente, o desembargador demonstrou o quanto pode estar aparelhado o judiciário, depois dos últimos 13 anos de governo do PT. Claro que um desembargador durante o plantão pode resolver tudo o que é necessário e que a ele chegue às mãos, mas uma das regras é que decisões que contrariam julgamento de colegiados não podem  ser feitas, não podem tomadas. E uma outra regra salutar em qualquer atividade social e principalmente no judiciário é que, caldo de galinha e prudência não fazem mal a ninguém. Oras em relação ao pedido de habeas corpus e o seu conteúdo,  aquele mesmo tribunal já tinha decidido rejeitar os recursos do ex- presidente, agora condenado, recursos estes na mesma linha do habeas corpus analisado. Quanto à inovação do pedido para que ele realizasse a pré-campanha, esta inovação lembrava mais o argumento marxista de discussão. Quando um marxista perde um debate, é da linha do marxismo voltar ao mesmo tema, com outro argumento. para o marxismo não existem verdades absolutas, existe a luta pela causa independente do argumento usado. Portanto o habeas corpus não passava de uma retirada argumentação com outra roupagem do mesmo pedido, alegando que Lula é inocente e tinha que concorrer à presidência. Se somarmos a isto, o fato que este pedido está dentro do assunto ligado à lava-jato, devemos considerar que naquele tribunal existe um desembargador que é o relator dos casos da lava jato, o relator João Pedro gebran Neto. Em uma situação normal, qualquer pessoa, de mediano conhecimento não daria a liminar e  remeteria o caso ao procurador relator dos processos da lava jato naquele tribunal, qualquer pessoa faria isso até por prudência. Não agindo assim e tendo rapidamente decidido como se fosse um caso de vida ou morte, o que não era, ou este Desembargador é muito despreparado ou paira sobre seu ato, a possibilidade muito forte de estar em conluio com alguém, com o proprio réu. Como dissemos na matéria ainda do domingo, sobre a manutenção da prisão de Lula, é muito estranho uma decisão em pouquíssimo espaço de tempo ser escrita como foi escrita aquela decisão, em 30 folhas citando doutrina e jurisprudência. Também chamou atenção a pressa que ele tinha em libertar o paciente, como se tudo fosse combinado. Este ato pode demonstrar então como o judiciário está infiltrado de Juízes capazes de desrespeitar os próprios colegas para atender companheiros ou ex-companheiros de partido. Isto leva à conclusão de que estávamos caminhando para a criação de um governo como o da Venezuela que aparelhou todo sistema administrativo inclusive o judiciário. Depois desse Episódio fica clara a necessidade da aprovação de uma lei e abuso de autoridade em relação ao judiciário. Não podemos falar que isso, a aprovação de uma lei como esta é exagerada, ou errada. O Poder Judiciário trabalha com a riqueza monetária, a liberdade e o dia a dia de uma sociedade e não pode estar à mercê de joguinhos políticos ou de juízes e desembargadores como este. Um Desembargador como este, que menospreza seus próprios pares em prol de um pedido sobre questão já decidida ou sobre uma questão que vai trazer prejuízo para a sociedade ou para algum processo, (desrespeitando o direito) somente para agradar um partidário ou ex- partidário seu, deve ser expurgado do sistema. Lembremos aqui Que este desembargador, foi nomeado como tal por Dilma Rousseff foi da equipe de Lula durante seus governos e foi filiado no PT por cerca de 10 anos. O trabalho de expurgo Da corrupção que existia na Itália em sua administração pública, que ficou sendo chamado de processo “mãos limpas”, tão falado e tão elogiado por Sérgio Moro,começou pelo Poder Judiciário na Itália, quando Giovanni Falcone juiz italiano da corte de Palermo na Sicília, descobriu que muitos juízes e promotores eram coniventes com a máfia Cosa Nostra. Por tabela depois este combate acabou derrubando parte da política até então na Itália, mas o grande trabalho teve início e foi contra juízes e promotores mafiosos. Aqui no Brasil não se quis tocar nesse ponto, como se fosse impossível imaginar que dentre inúmeros juízes trabalhadores, não houvesse juízes ligados a grupos ou a máfias locais ou estrangeiras.  O ato desse desembargador no domingo é apenas a ponta de um iceberg.  Não vamos nos esquecer que o próprio Ministro Barroso do STF, meses antes de assumir a cadeira de Ministro do Supremo Tribunal Federal, foi advogado de Cesare battisti criminoso condenado na Itália por sete homicídios, condenação esta sem vícios e que o Supremo Tribunal Federal, a pedido do então advogado Barroso deu um jeitinho junto com Luiz Inácio Lula da Silva para deixar este criminoso Cesare Battisti aqui. Será que como mérito pelo trabalho em prol de um criminoso condenado e contra o qual a Itália pedia extradição, o senhor Barroso ganhou o cargo de Ministro do Supremo?.  Oras diante destes e de outros exemplos é mais que urgente modificar as leis referentes ao judiciário, para punir o juiz que erra, não apenas com afastamento remunerado e vitalício, mas sem os vencimentos e se for o caso com pena carcerária como qualquer outro réu e ainda verificar o peso de ter sido juiz e ter cometido o crime, isso para aumento de pena. Se temos que começar a consertar esse país este é um ponto que não podemos esquecer.  Nós não podemos esquecer os operadores do direito são bem preparados para trabalhar para o lado correto ou mesmo para o lado errado e daí a necessidade de  verificar o real grau de culpa de um criminoso quando este criminoso tem esse grau de estudos e o crime refere-se atos contra a administração pública.
Home Música Noticias Literatura Contatto Serviços Pagina 8 Livros Outros...
Cronica e arte