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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A MONSTRUOSIDADE DA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO Por Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto ebc Jaboticabal, 6 de agosto de 2018 O Supremo Tribunal Federal STF retomou hoje dia 6 as discussões sobre a legalização do aborto, iniciadas na última sexta-feira dia 3. Hoje devem falar líderes religiosos, entre eles, bispos, sobre o tema. Esse tema do aborto é um tema trazido pelo PSOL em uma ação proposta no ano passado, para descriminalizar o aborto até a 12a semana de gestação, ação proposta junto ao Supremo Tribunal Federal. Antes de entrarmos na questão devemos lembrar que o STF é o local inapropriado para discutir a legalização ou não do aborto. O Brasil como sempre, mais uma vez demonstra que é o país do jeitinho, um país onde um grande número de jecas-tatus, não podendo ganhar o argumento no órgão correto, a instituição correta, tenta por um desvio um outro lugar que de amparo ao seu mau proceder. As questões penais e civis da lei, devem ser decididas pelo Congresso Nacional e deve-se deixar para o poder judiciário as questões que a lei não previu. Assim, nós temos no nosso ordenamento jurídico e o Congresso Nacional determinou como crime o aborto. Assim está bem escrito, em letras facilmente entendíveis por qualquer semianalfabeto que seja, que o aborto é um crime. Portanto, se está previsto no código penal que o ato de praticar o aborto é um ato criminoso, não há como, revogar essa lei por uma jurisprudência. A jurisprudência em qualquer país decente, serve para suprir lacuna de lei, não para revogar uma lei. O Congresso nacional quando criminalizou o aborto ou seja, quando instituiu o aborto como crime, citou duas possibilidades excludentes de crime. O aborto em caso de estupro e o aborto em caso de risco da mãe perder a vida. Assim, não caberia ao supremo tribunal federal decidir sobre essa questão e se está decidindo é por ignorância da lei, ou por se achar que manda acima da lei o que no mínimo, uma demonstração de incivilidade. Por um princípio que vem desde a Grécia antiga o homem que não respeita as leis é um homem sem lei, sem pátria e sem lar. No Brasil o aborto feito fora das exceções previstas pelo legislativo é um crime e continuará sendo um crime se 11 ministros do supremo ou a maioria deles, se comportar como gente, se comportar com respeito à vida e rejeitarem a mudança. Uma pergunta restará se acatarem a descriminalização: um ato que revogue o aborto como crime, tem validade até que ponto feito por um órgão de poder que não pode legislar? Depois de falarmos sobre essa questão, voltemos a falar sobre o aborto em si. Quem tem um pouco de inteligência, um mínimo de inteligência que seja, entende que a vida existe desde a concepção. Quem determinou esta questão não foi a religião e nem um grupo contra o aborto, mas sim a ciência que temos hoje em dia. O aborto se formos analisar a violência do ato, é um homicídio contra alguém indefeso, o que torna esse ato não só abominável, mas também um crime para lá de hediondo. Existem pessoas que alegam que a mulher tem o direito de decidir porquê, o corpo que engravida é o dela. Mas se ela tem o direito de decidir, porque com tantos métodos anticoncepcionais, ela se deixa engravidar. Primeiro ela se deixa engravidar, ela decide não usar os métodos anticoncepcionais (e que não são poucos) e depois ela quer decidir matar o feto porque não quer continuar com a gravidez? não seria mais inteligente decidir não engravidar? inteligente e humano? Muitos argumentos acabam tentando falar que a mulher não tem condições de pensar e acaba engravidando. Devemos entender que a mulher tem inteligência o bastante para saber os atos e consequências de uma gravidez e portanto, se engravidou é porque sabia o que estava fazendo. Depois de engravidar por livre espontânea vontade, querer falar que tem direito ao próprio corpo, para decidir se aborta ou não é no mínimo rir de toda uma sociedade, o que não podemos admitir. Algumas correntes falam que a descriminalização do aborto faria com que, as mulheres, principalmente as de baixa renda, que não tem condições, deixariam de recorrer abortos clandestinos, o que provoca um índice grande de mortalidade. Neste ponto devemos perguntar qual é o real interesse de algumas correntes, não seria o de implementar de modo indireto a teoria de Malthus? Nesta teoria haveria necessidade de um controle populacional rigoroso para se evitar as crises por causa da escassez de alimento principalmente. Diante da impossibilidade de se pregar abertamente a eliminação de parte da população, como fizeram governos da Alemanha nazista, nos anos 30, ou mesmo do Camboja, governo socialista que vigorou da metade dos anos 60 até os anos 70 naquele país asiático, parece que existe a ideia convencer as mulheres de que é necessário abortar e que esse aborto é sem culpa, sem problemas e sem risco à saúde. Esta linha de pensamento de alguns grupos nós podemos comprovar com os atos que eles praticam. De fato observando alguns grupos, vemos que eles se preocupam demais com aborto da mulher de classes menos favorecida, como se os filhos dessas mulheres fossem um estorvo ou um peso. Ele se fixam em proteger o aborto da mulher desfavorecida financeiramente, como se o fato de ser pobre fosse impedimento de engravidar e ter filhos. Em todo caso estamos vivendo tempos difíceis, onde as inversões de valores marcam o cotidiano de nossas sociedades e principalmente do Brasil. Dessa forma devemos estar atentos para que argumentos bondosos como este da legalização do aborto para proteger a liberdade da mulher, não sirvam para destruir a família e a nossa sociedade como pregava Antônio Gramsci, comunista italiano, quando criou a teoria para implantar o socialismo destruindo a sociedade pela educação. Para Gramsci era necessário destruir a família, a religião e a cultura greco- romana para destruir a sociedade. Depois a partir da década de 30, a escola de Frankfurt (na Alemanha) trabalhou com o erotismo e sexo para destruir, na linha Gramsciana, a sociedade. Mas este é um outro tema que desenvolvemos ainda com mais detalhes.
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