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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
UMA ANÁLISE SOBRE CAMPANHAS POLITICAS Mentore Conti Mtb 0080415 SP // foto Crônica e Arte Jaboticabal, 12 de outubro de 2018 Independente da nova diretriz de Fernando Haddad, diminuindo a presença de Lula na propaganda e a retirada da cor vermelha de sua propaganda, o candidato tem muito que explicar, a começar pelo seu programa registrado no TSE. Se está registrado no TSE é porque ele abonou o programa e concorda com a sua aplicação. Oras de início o programa fala que o documento é uma diretriz e uma obra baseada em parte do pensamento de Lula e em suas “cartas do Cárcere” (estranhamente ou coincidentemente os documentos de Gramsci escritos da cadeia, na Itália nos anos 30, são chamados Cartas do Cárcere). Independente da coincidência do nome, só o fato de ser um programa baseado em parte, pelo pensamento de uma pessoa condenada por corrupção, já seria um programa para ser rejeitado por qualquer brasileiro e também por qualquer partido. Lula não é um prisioneiro político ele é um brasileiro condenado por corrupção e que está recorrendo disto, mas enquanto não é inocentado pela justiça, (se um dia o for) devia por respeito ao judiciário se conter, e não tentar influenciar campanha nenhuma. O programa fala em criar um controle da mídia, jornais e sites por um órgão regulador, lembrando neste ponto os governos de Mussolini e Hitler que nos anos 30 controlaram os jornais e a mídia (cinema, teatro) da época. A coincidência não para ai, na questão cultural o programa se refere a Um novo ciclo de políticas públicas será construído por meio dos mecanismos de participação desenvolvidos pelo MinC. Para esse fim, é fundamental o diálogo com toda a comunidade cultural, tendo um olhar atencioso para todos os criadores, artistas e realizadores que foram beneficiados pelas políticas efetivadas em nossos governos e foram responsáveis pela criação de estéticas inovadoras e de formas originais de organização do fazer cultural”. Oras as artes e a criação de estéticas inovadoras foram táticas criadas por Benito Mussolini para consolidar seu poder, portanto este programa apresentado no TSE deve ser muito bem explicado, por quem o criou. Na parte educacional outra questão citada no programa de Haddad deve ser explicada. No programa lemos o seguinte: “O governo Haddad ampliará a participação da União no ensino médio, de modo a transformar essas escolas em espaços de investigação e criação cultural e em polos de conhecimento, esporte e lazer, garantindo educação integral. Serão retomados, fortalecidos e ampliados os programas que valorizem e promovam os direitos das juventudes nos seus territórios, (...)Por isso, serão reconstruídos os instrumentos de promoção da participação da juventude na elaboração, monitoramento e execução das políticas públicas, em especial as de juventude”. Me desculpem senhores, mas para quem estudou especificamente história italiana como eu, podemos aqui lembrar que foi exatamente Benito Mussolini, no fascismo, quem transformou parte do sistema escolar em educação para as juventude fascista (a juventude Balilla e a Juventude del Litorio). Oras é claro que a educação é para jovens, mas enfatizar estes pontos como o programa do PT enfatizou é que é estranho. Há outros pontos estranhos no programa registrado no TSE pelo PT, já abordados por jornalistas da Jovem Pam AM, mas eu quis ressaltar estes, pois, são pontos que passam desapercebidos, mas chamam a atenção para quem estudou história italiana por livros italianos. O alterar o tipo de campanha, não é o suficiente para dizer que se renunciou a estes pontos do programa, pontos que mais parecem um trabalho de Hugo chaves ou Maduro da Venezuela. Na realidade faz parte do discurso gamisciano e marxista, como um todo, alterar os argumentos cada vez que um argumento marxista foi derrubado. Portanto era natural, que ao perder de Bolsonaro no primeiro turno, a esquerda reformulasse seus argumentos, já que para o marxismo não importa a verdade e sim a causa. Um marxista é por natureza de sua doutrina, ateu (basta ver que de Marx a Gramsci a religião é estudada como algo a ser destruído por ser um meio de dominação do povo pela classe dominante), mas se for necessário se fazer de devoto de Nossa Senhora, para a causa marxista, o adepto do socialismo se faz de devoto, sem constrangimento algum. Assim devemos refletir muito diante de um programa como este registrado no TSE. Por outro lado se é a realidade das coisas que demostra a veracidade de um discurso, é necessário também analisarmos os 13 anos de governo da esquerda onde Haddad participou inclusive como ministro, ver os processos da lava-jato e confrontar estes fatos como o que Haddad diz.
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