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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
SOBRE VIOLÊNCIA E MORTE. O CASO DA VEREADORA CARIOCA! Um Artigo de Lúcia Lebre - articulista do site Cronica e Arte e Advogada A  criminalidade e a violência  flagelam  a sociedade brasileira faz tempo.  No  entanto,  nos últimos 5 anos  a degeneração  dos costumes, a dissolução da família e de valores religiosos contribuiu muito para que a violência  caia, desgraçadamente, sobre cada um de nós. E, atônitos, nos vemos impotentes para qualquer  atitude. Nada podemos fazer. As autoridades- as que ainda são sérias,  estão atadas num nó górdio! Porque?  O que nos levou a tudo isso? Bom,  antes de 1970, tínhamos o tempo de uma criminalidade   romântica para os padrões de hoje.  Eram ladrõezinhos. Quando algum crime abalava a sociedade, certamente era passional, com raras exceções.   No entanto, a partir de 1968 a Esquerda brasileira, para lutar contra o Regime Militar de 1964,  formava esquadrões de terroristas,    treinados em Cuba, na Rússia e até na África.  Ao chegar aqui, essa gente  guerrilheira treinada, como José Dirceu, Dilma Roussef e José Genoíno,    montava grupos terroristas, que  assaltavam órgãos públicos,   explodiam bancos, sequestravam aviões, matavam pessoas  aleatoriamente, para mostrar  e implementar o terror, motivo pelo qual o Regime Militar teve que endurecer contra esses criminosos. Os grupos de terroristas  eram muitos e agiam com extrema crueldade , aleatoriamente, inclusive contra inocentes,  o que  demandou esforços  imensos do  Governo  para neutralizá-los.    Assim o MR8, a Var Palmares, ALN  eram grupos que espalhavam o terror.   Quando os componentes de tais grupos  terroristas começaram a  ser recolhidos às prisões, passaram a ter o comando do discurso criminoso dentro dessas prisões. Assim  passaram a ensinar aos  criminosos comuns, o  modo de se organizar, táticas e comportamentos  terroristas, como  importar armas de calibre pesado, explosão em lugares públicos,  matança indiscriminada, no sentido de aterrorizar a população. Isso se desenvolveu e cresceu  até chegarmos nos dias de hoje, onde vemos  ações criminosas impondo verdadeiro terror às pessoas.   Quer de facções criminosas, quer  de maus policiais, (exceções  que se vendem ao crime), quer de políticos ligados ao crime ( quase todos)  quer de milicianos, pessoas  saídas da polícia, que desenvolvem atividade altamente  recompensatória nos bairros pobres e favelas. Mas, todos  existentes em virtude da situação narrada acima, aproveitando  do farto  dinheiro do tráfico.   Portanto, a situação que vivemos é  decorrência direta de ensinamentos  e infiltramentos  de terroristas da Esquerda brasileira nas comunidades prisionais.   No entanto, a  situação é muito intrincada,  (um “deep state”) , porque   as grandes organizações de tráfico  não permitem campanhas eleitorais  nas favelas e bairros pobres,  sem prévia autorização de seu poderoso comando. Por isso, criou-se  um “entendimento secreto”, segundo o qual o político que quer ganhar votos em determinada  localidade que tem um chefão do tráfico tem que pedir licença a esse chefe, que por sua vez, pede favores e em troca  ajuda na campanha, com o  dinheiro da droga.   E com isso,  a quase totalidade dos políticos do Rio de Janeiro, principalmente, bem como de outras cidades,  são verdadeiros sócios  dos traficantes.   Os partidos de Esquerda, pelo breve  histórico acima, estão totalmente comprometidos em  bancar a imagem dos traficantes como “coitadinhos ‘ e “vítimas da sociedade”, tendo representantes em todas as  casas de leis do país, como se sabe.        E onde entra a vereadora  carioca que foi executada à queima roupa?   A esta altura,   nada podemos  afirmar, ainda. Pode ter sido crime político por disputa de eleitorado. Pode ter sido crime por vingança de alguma facção descontente com a atuação da política  da vereadora. Pode  ter sido uma vingança pessoal de policiais descontentes (criminosos, todavia) , ou de membros das milícias, também descontes com ela. Em qualquer caso, o elo  de ligação vai ser a corrupção política  casada com a bandidagem traficante. O que é uma trágica ironia,  por ela sempre ter defendido a tese, segundo a qual,  os bandidos são inocentes e vítimas da sociedade, ou seja,  os bandidos seriam nossas vítimas!
Jaboticabal, 16 de março de 2018
fotos de jornais da epoca: foto 1 terrorista em treinamento; foto 2 e 3 atentado no aeroporto de Guararapes Recife PE (25 de julho de 1966); foto 4 quadrilha senso presa recentemente no Rio (jornal o Dia); terroristas em 1969
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