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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
SOBRE A PROPAGANDA POLITICA DE HOJE (O uso da moeda e do Cartaz) Um artigo de Mentore Conti MTb 0080415 SP fotos EBC e internet Jaboticabal, 2 de maio de 2018 Prezados leitores, a ideia deste artigo e outros no mesmo tema, que escreverei, é alertar o leitor do Site Crônica e Arte sobre a propaganda política feita hoje, pois não basta, cortar, ou regulamentar a forma de financiamento de campanha, é necessário fiscalizar a forma da propaganda em si e o uso de métodos de psicologia de massa, parte da psicologia que foi utilizada para criar o fascismo e a sua política de consenso, na Italia da década de 20 a de 40, do seculo XX. Assim além do tema abordado neste texto, abordaremos nos demais artigos, comparando o que foi feito na Itália com o que vemos no nosso dia-a-dia, como o fascismo italiano manipulou o cinema, o teatro, o comício político e toda a forma de comunicação da época, para criar um governo que durou 20 anos. Os cartazes que usaremos neste e em outros artigos serão inseridos sempre com um caráter didático, já que para esclarecer uma questão é necessário demonstrar como até mesmo o futurismo italiano de Marinetti, foi usado para a construção do fascismo na Itália e pode causar problemas no Brasil, se seu uso for feito aqui, sem que o publicitário e o político percebam a origem do método de campanha que ele usa. Feita esta introdução vamos ao tema que abordaremos hoje. O fascismo, buscou, nos 20 anos que dominou a Itália, (1925 a 1945) usar os fundamentos da cultura do povo italiano, para realçar a ideia de que aquele era um regime que fazia parte do modo de ser e viver do italiano. E daí a ideia do próprio nome fascismo, que simbolizava o antigo feixe de varas símbolo do pretor romano, pois Benito Mussolini queria, que o seu governo fosse o novo Império Romano. Entre os elementos com os quais ele trabalhou está a moeda, como nos vemos em uma das figuras que estão neste artigo. Durante seu governo, Benito Mussolini cunhou o seu rosto e o símbolo do partido, na moeda que era e sempre foi em qualquer sociedade, um valor nacional e não de um partido ou de um governante mas da Nação inteira.  Assim cunhando o seu rosto e o símbolo do seu partido na moeda ele buscava com isso dizer para a população italiana e ele era a nação italiana. Que ele era o único e grande líder capaz de figurar até mesmo numa moeda que é um dos valores fundamentais de uma nação. Em uma notícia, ontem, 1 de maio, publicada no site R7 e no site da revista Exame, vimos que alguns partidários de Lula estão carimbado o rosto de Lula em notas de 10 e de 20 reais. Por ironia este fato, ao contrário de governos capitalistas que punham e põe figuras genéricas na moeda ou apenas figuras de personagens históricos, (como no caso do dólar americano), Benito Mussolini estampava seu rosto em moedas cunhadas durante o seu governo, como disse acima.  Eu ainda quero acreditar que esta infeliz ideia de carimbar o rosto de Lula em uma nota de real, é apenas um desconhecimento de que exatamente era feito pelo fundador do fascismo.  Eu não acredito, e não quero acreditar, que tenham feito uso de uma propaganda de Benito Mussolini para Lula, de forma consciente. Deve ter sido uma triste coincidência. Além da moeda Mussolini trabalhou com cartazes, painéis, ou murais, as vezes com traços estilizados, com uma linha artística futurista ou as vezes como foto mesmo, mas sempre com a ideia de fixar que ele era o único líder, o Duce. Numa manifestação em Curitiba pro-lula, foi usado um cartaz como reproduzimos aqui neste artigo. Também quero acreditar que estes cartazes com o rosto de Lula como foram colocados no evento, cartazes que eram na mesma linha de propaganda aos usados por Benito Mussolini em sua propaganda, foi apenas coincidência. Na realidade muitas vezes, os políticos de hoje, acabam se apoiando em publicitários ou marqueteiros, como se fala hoje em dia, os quais eu quero acreditar, sem saber o que estão fazendo, copiam para políticos de esquerda de hoje, a propaganda criada e utilizada em excesso e de forma massificada, exatamente por Benito Mussolini. Seria o caso que os militantes de esquerda e de outras linhas de pensamento também, (mas principalmente os de esquerda), prestassem atenção na propaganda que os marqueteiros contratados por eles, fazem, para que não fique irônico a crítica que eles fazem ao fascismo, (e que deve ser criticado), ser feita, muitas vezes em um palanque, ou outro lugar, usando o mesmo material de campanha que Benito Mussolini criou e usou como propaganda política. Isto sem contar o perigo de mexer com a mentalidade política do povo, como Mussolini mexeu, levando a Itália, para uma ditadura e a ruína da guerra.
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