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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
GRUPOS QUEREM SE APROVEITAR DA MORTE DA VEREADORA MARIELLE NO RIO DE JANEIRO Um artigo de Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto EBC Jaboticabal, 17 de março de 2018 A morte de Marielle Franco vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, nesta última quarta-feira, dia 14, está rendendo uma polêmica, que em última análise presta um desserviço ao país. Vamos lembrar inicialmente que o próprio escritor Machado de Assis, escritor carioca que viveu entre o século 19 e século 20, escreveu uma frase, no conto “o empréstimo” que cai bem para algumas colocações em relação a Marielle.  O autor carioca diz neste conto “...está morto, podemos elogiar a vontade”, se referindo a um personagem do conto. E assim acontece com algumas pessoas que se manifestam em relação a Marielle. Sem nem mesmo entender sua atividade pública, ou saber de todo o contexto que envolveu a sua militância, que levou ao tiroteio e a sua morte, sabendo que ela morreu, repetem a frase de. Machado de Assis e prontamente repetem nesta ou em outras palavras: está morto podemos elogiar a vontade.  Um outro grupo tentando tirar dividendos políticos na trágica morte ocorrida, inventa mil e uma articulações, teorias da conspiração, complôs inimagináveis, não para buscar a verdade mas sim, para ser o protagonista de um discurso e tirar algum proveito deste fato, ainda que um proveito meramente político. Esse tipo de manifestação segue a tática de Maquiavel, que diz em seu livro O Príncipe, que um príncipe, que hoje podemos traduzir como um político, diante de um fato acontecido, não pode ficar em cima do muro, deve marcar sua posição ainda que esta posição muitas vezes desagrade a parte de uma sociedade. Para estes a importância está, então não na tragédia da morte da vereadora, mas sim em ser aquele político que neste momento se manifestou gritando em alta voz.  Na morte da vereadora, trágica, inaceitável, ainda que ela tivesse todos os defeitos do mundo, defeitos que não sabemos se tinha, pegam carona também os aliados da criminalidade carioca, e a criminalidade em si,  para criticar a intervenção Federal, como se esta intervenção fosse o grande problema do Rio de Janeiro.  Para estes grupos, o que interessa é usar esta morte para ver se conseguem fazer com que o exército volte aos quarteis e a criminalidade continue e como era antes.  Esse grupo infelizmente tem infiltração em vários partidos de esquerda centro-esquerda e até mesmo na direita e também na imprensa principalmente carioca.  É um grupo que pode estar financiando ou sendo financiado pelo tráfico, mas que se infiltra em vários partidos, jornais e televisões, buscando de qualquer maneira acabar com a intervenção Federal.  O porquê da ação deste grupo?  Oras o exército e Governo Federal, vem inicialmente agindo de modo a não causar morte em massa durante uma intervenção Federal completa, nos moldes que fazia Getúlio Vargas e Floriano Peixoto por exemplo.  Para tanto o exército vem monitorando os traficantes, dando apoio a polícia, e tentando sufocar de todas as maneiras possíveis o tráfico de drogas e de armas. Esta estrategia vem sufocando os grupos criminosos e embora os ataques de quadrilhas contra a população continue, é uma estratégia que dará resultados.  Este modo de agir inicial, vem sendo a tradição do exército desde do governo de 64, quando em várias ocasiões ao invés de atacar a Guerrilha Urbana e Rural usando toda tática de guerra que tinha disposição, na época, preferiu trabalhar com cautela para combater a Guerrilha causando o menor estrago possível nas cidades e evitando mortes desnecessárias da população civil.  Mesmo o Doi-Codi tão mal falado pela esquerda, era um remédio para investigar a localização de aparelhos conversivos, como eram chamados os covis onde ficavam os guerrilheiros e com isso fazer ações pontuais, sem destruir quarteirões inteiros como poderia fazer decretado estado de sítio e bombardeando como, estava ao seu alcance.  Esta tradição Foi iniciada exatamente com governo militar de 64, pois anteriormente tivemos Getúlio Vargas quee na intervenção militar em São Paulo em 32, não hesitou em bombardear a capital paulista, Campinas e Santos por exemplo. Também não era esta a tradição de Floriano Peixoto, quando para combater a revolta da armada atacou violentamente a cidade de Macaé no Rio de Janeiro e atacou violentamente a capital do Estado de Santa Catarina, antes dele chamada Desterro e que assou a se chamar Florianópolis.  Mais do que Getúlio Vargas, Floriano Peixoto, além de atacar militarmente para tomar a capital Catarinense, depois de vencer, fez toda uma perseguição com degolas e fuzilamentos.  Mesmo com a estratégia atual do exército de fazer atuações pontuais, se for o caso a constituição permite e a segurança do país exige, que se faça uma intervenção de maneira mais pesada, como foi feito nos anos 70 contra Guerrilha do Araguaia, onde depois de tentar várias vezes dissuadir os guerreiros da luta, acabou montando toda uma estratégia e bombardeando e atacando duas cidades naquela região acabando com a Guerrilha do Araguaia em pouquíssimo tempo, depois do início do ataque total. Esperamos que estes grupos que querem fazer da vereadora assassinada, o motivo para criticar, a luta contra a criminalidade no Rio, luta esta necessária, ponha a mão na consciência e evite brincar de falar em segurança pública, sob pena do Brasil ter que tomar a medida mais drástica, para voltar a colocar ordem no Rio de Janeiro. Ou seja para evitar uma intervenção total com estado de sítio e toda a tática militar que o exército sabe usar e com a qual ganhou a guerra contra o Paraguai e combateu fortemente ao lado dos Estados Unidos da América, na Europa.  Nós não podemos brincar com certas questões. Vemos claramente a manipulação em relação a morte da vereadora, pois se não fosse isso porque não brigaram por seis mil vítimas no Rio de Janeiro feitas pelo crime organizado no ano passado. Será que estas seis mil vítimas e mais outras tantas mil, que vão morrer na mão do crime organizado, por não terem nome e cargo importante, ou por não darem dividendos políticos, não merecem ser citados. ou será que por nao servirem para manipular a opinião publica, não interessam a ninguem?
Maquiavel
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