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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
A VIOLÊNCIA E O COMBATE A CRIMINALIDADE NESTA REGIÃO Por Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Jornal Cidades Online Jaboticabal, 12 de janeiro de 2018 Uma agencia do Banco Santander em Sertãozinho foi alvo de ladrões com tiros e bombas e na madrugada e na quarta-feira dia 10, uma agência também do Banco Santander foi estourada a dinamite ou explosivo equivalente, na cidade de Cravinhos.  Eram 3:30 horas, quando uma quadrilha promovendo tiroteio explosão saquearam agência.  Durante a ação criminosa os disparos eram feitos com fuzis para cima Ao estilo de Corisco e Lampião. A polícia militar recolheu várias cápsulas de fuzil 556 e pistola 380. Vemos quase que cotidianamente, a violência aumenta na região e já não bastasse a violência doméstica e a de ladrões que aterrorizam comerciantes com suas ações, em várias cidades da região, inclusive Jaboticabal, vemos novamente que se repetem as ocorrências de um crime que tinha se tornado comum há algum tempo atrás mas que depois tinha parado de ser cometido. Trata-se do assalto agências bancárias de várias cidades da região, em geral a noite e com arrombamento por explosivos.  Este crime agora é quase que praticado semanalmente, ora em uma cidade ora em outra. A semana passada vimos um ato desse tem Borborema e o ato praticado pelos criminosos se assemelha em vários pontos. Invadem a cidade com o estilo de Lampião o Corisco (cangaceiros dos anos 30 no nordeste brasileiro) atirando para o alto e pela modernidade de nossa época, não mais a cavalo, mas sim com carros ou utilitários e agora usando também explosivos, que não era usado pelos cangaceiros citados acima.  O crime cometido por quadrilhas, de um modo geral é performático por assim dizer, ou seja, quando uma série de crimes semelhantes acontece e a polícia se prepara e combate com mais intensidade o tipo de crime que ocorre em maior número, e neste ponto os criminosos mudam o tipo de ação. As quadrilhas passam assim do roubo, ao tráfico, do tráfico, ao assalto a banco e assim por diante. Além do policiamento colocado à disposição na nossa região é o momento de aparelhar tanto polícia civil quanto à polícia militar com mais estrutura de enfrentamento às quadrilhas, como se faz em grandes metrópoles como Rio de Janeiro, até mesmo se for o caso com carros armados a exemplo do que no Rio de Janeiro se chama Caveirão. Esses Veículos utilizados inicialmente na África do Sul na época do apartheid, para o combate à violência que existia lá, passou a ser utilizado no Brasil no combate aos criminosos do Rio de Janeiro. Claro que o aumento da estrutura de veículos e viaturas, incluindo estes carros armados como citei, deve vir com o aumento de policiais e de toda uma central de trabalho especializada neste tipo de crime. Hoje por exemplo o GATE Grupo de Ações Táticas Especiais (PMESP), tem sua sede na Capital do Estado e não há informações, ao menos a priori de que haja previsão montar uma sub-sede no interior. A criação de uma ou mais unidades do GATE, iria reforçar e muito a ação do policiamento ostensivo aqui na região. Nós temos que lembrar que o estado de são Paulo é um estado com um grande território, é com o aumento de criminalidade como vemos hoje estas unidades, no interior do Estado seriam indispensáveis Os governos estaduais, tem que perceber que a criminalidade pesada que antes era restrita à grandes metrópoles, está migrando rapidamente para o interior, o que demanda, rapidamente uma mudança no esquema de segurança das pequenas e medias cidades do interior, pelas secretarias de segurança e justiça do estado. A violência pesada antes comum somente nas grandes cidades, vem migrando para as medias e pequenas cidades, ao que parece, no rastro da droga que a cada dia cresce mais no interior paulista. Claro que não há, ao menos a priori, notícias de que os criminosos que agem aqui, vieram de grandes capitais, como Rio e São Paulo, mas o modus operandi destas quadrilhas é cada vez mais parecida com os atos que antes víamos somente nas grandes capitais. É urgente uma ação de governo, antes que o interior paulista comece a ter índice de criminalidade que hoje só se vê no Rio de Janeiro por exemplo. Um trabalho do governo neste sentido é fundamental, antes que se chegue a necessidade de uma intervenção federal. No sistema legislativo brasileiro, quando a criminalidade passa a níveis altíssimos e intoleráveis, que desorganizam a sociedade, prevê que o governo brasileiro pode decretar intervenção federal e agir usando o exército, decretando estado de sitio. Muitas vezes tenta-se evitar ao máximo este recurso, e se protela uma intervenção federal, pois, o exército na rua com todo o seu potencial, causaria muita morte até se estabilizar a situação (como disse em entrevista o Ministro da Defesa Raul Jungmann, à Globo News no caso da favela da Rocinha no Rio de Janeiro). Contudo se nada for feito chegaremos a um ponto de violência tal que não restará outra alternativa.
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