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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com Rua São João 869,  14882-010 Jaboticabal SP
DESCAMINHOS um Artigo de Mentore Conti foto EBC 23/janeiro de 2018 Acompanharemos neste dia 24 de janeiro o julgamento de Luiz Inácio da Silva, condenado a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro pela justiça do Paraná pelo 13º Vara Federal, corrupção que envolve um apartamento que segundo a sentença, ele recebeu para favorecer a OAS. Muitos defensores de Lula se apegam que não havia registro do apartamento no nome de Lula e que por isto faltaria provas quer o condenassem. Na realidade a prova no direito não é feita só por documentos, principalmente no campo penal onde os criminosos dificilmente escrevem ou contabilizam o ato criminoso. Portanto por este ângulo se tornaria insustentável que a ausência de registro do apartamento no nome de Lula signifique falta de provas. Na realidade parte da imprensa que usa destes e outros argumentos dos advogados de Lula, ou não sabem ou escondem que a defesa de um condenado é assim mesmo. Perlo código de ética da advocacia um advogado não pode sob hipótese alguma falsar contra o cliente, então se um jornalista diz que lula é inocente baseado no discurso do advogado do petista é claro que a notícia estará tendenciosa. Mas a parte esta discussão, é necessário irmos além desta questão, que será decidida amanhã. Neste texto eu gostaria de abordar uma questão que muitas vezes passa batida nos jornais. Além do estrago causado pela corrupção, neste ponto inegável nestes 13 anos do governo do PT (bastando para comprovar isto, não a condenação de Lula, mas as demais condenações de pessoal que sustentou este governo), temos que falsar de um estrago ainda maior. Sim, maior que qualquer desvio cometido, ou propina recebida. Falo aqui da demolição da ideia de cidadania, que voluntaria ou involuntariamente as medidas do governo lula provocaram. Alisa antes de continuar vamos frisar aqui que este governo Lula não foi composto somente pelo PT, mas por toda a chapa que o integrou. De PMDB, a PSOL. Lembremos que esta chapa ainda governa, pois com o impeachment de Dilma ficou seu Vice e que, atuou a favor de Dilma na eleição da mesma. Feito este parênteses, voltemos a questão: O grande problema criado pelo governo Lula, foi gerir a política de benefícios sociais de tal maneira que criou em grande parte dos beneficiários a ideia de que cidadania era receber o benefício, de que cidadania era agora comprar eletrodomésticos de linha branca (micro-ondas por exemplo) de que ser cidadão era poder ter um celular. Isto fez com que a mentalidade de parte do brasileiro trocasse o ser pelo ter, se amesquinhasse. Se isto trouxe dividendos eleitorais, para o governo por um lado, por outro foi rompendo o tecido social. A cidadania se caracteriza por uma pessoa pertencer a um povo, em sua cultura, tradições, língua e com este patrimônio colaborar com seu trabalho particular para a construção de um pais de uma nação. Ao se trocar esta ideia de cidadania como fez o lula, ele acirrou o individualismo no brasileiro de modo muito forte, e as consequências disto nós já estamos vendo. Uma legião de pessoas, não luta por nada, não pensa em nada e não respeita nada. Claro que devemos ter uma vida privada, mas devemos saber conviver, o que muitos brasileiros com estas políticas sociais desaprenderam. Quando a presidente Dilma, começou a dividir o eleitorado entre a categoria nós e eles, ela não sabia certamente, e ninguém a avisou que o Brasil tem um separatismo latente, o quer ela acirrou ainda mais. Alguns me dirão, mas você fala isto porque votou no PSDB. Caro leitor, não vou dizer em quem votei (o voto é secreto e respeitar esta questão faz parte da democracia e da cidadania), mas digo que na política nacional nós não podemos esquecer que o PSDB e o PT, tem a mesma linha politica, e durante anos atuaram juntos em coligações eleitorais. Portanto, ao analisarmos o buraco em que estamos, não podemos ignorar nada e deveremos começar um trabalho de reconstrução nacional e se não é possível dar uma receita de como fazer isto, uma coisa é possível definir e dizer. Neste trabalho de reconstrução temos que abandonar os candidatos populistas, candidato grande pai, o candidato grande amigo e evitarmos o aparecimento de outros salvadores da pátria como Lula, no Brasil, e Maduro na Venezuela.
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